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Mesquita abandonada em Jacarepaguá revela mistérios e história esquecida

Mesquita abandonada em Jacarepaguá gera preocupações com segurança e mistérios sobre sua história e propriedade. Moradores pedem soluções.

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Na Estrada de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, há uma mesquita abandonada desde os anos 1980, construída por Ahmad Moukhtar Zein. O local, que tem uma arquitetura peculiar, está cercado por mato e árvores, dificultando a visão da construção. A porta principal está trancada e as janelas estão quebradas. Moradores relatam que o espaço se tornou perigoso, servindo como abrigo para usuários de drogas e criminosos. Não se sabe quem são os responsáveis pela propriedade, e a prefeitura não confirmou se o terreno é público ou privado. A mesquita foi construída com recursos de um árabe que já faleceu, mas não teve apoio da comunidade muçulmana, o que contribuiu para seu abandono. Algumas pessoas lembram de ter visitado o local no passado, mas agora ele está em estado de deterioração e gera preocupações de segurança entre os vizinhos.

Uma mesquita abandonada na Estrada de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, tem gerado preocupação entre os moradores. Construída na década de 1980 por Ahmad Moukhtar Zein, a estrutura, que apresenta uma arquitetura peculiar, se tornou abrigo para usuários de drogas e criminosos.

O local, cercado por mato e árvores frutíferas, possui uma fachada em mármore e uma cúpula em formato de abóbada celeste. A porta principal está trancada com corrente e cadeado, enquanto as janelas estão quebradas. Placas em árabe e português indicam que a construção foi uma oferta de Zein para a comunidade muçulmana.

Moradores relatam insegurança. Jeane Morais, residente da área, afirma que o abandono do espaço traz riscos à população. “Acho perigoso. Deveriam fazer alguma coisa”, diz ela, referindo-se a um crime ocorrido no local. A falta de informações sobre a propriedade e seus responsáveis agrava a situação.

O presidente da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro, Mohamed Zeinhom Abdien, explica que a mesquita foi construída sem o consentimento da comunidade muçulmana. Ele menciona que a localização foi escolhida por expectativas de crescimento da região, mas a distância fez com que os frequentadores desistissem de utilizá-la.

A prefeitura não confirmou a propriedade do terreno, mas informou que é de propriedade privada. Tentativas de contato com parentes de Ahmad Moukhtar Zein não tiveram sucesso. A história da mesquita permanece envolta em mistério, refletindo a falta de interesse em sua ocupação e preservação.

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