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Fome atinge milhões no mundo enquanto ajuda internacional enfrenta cortes drásticos

Corte de ajuda humanitária agrava a fome na África e em Gaza, enquanto um milhão de refugiados em Uganda ficam sem assistência alimentar.

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A fome está se espalhando pelo mundo, afetando especialmente a Faixa de Gaza e a África Subsaariana. Em 2025, o Programa Mundial de Alimentos anunciou que não poderá mais ajudar 1 milhão de refugiados em Uganda, onde a situação é crítica, com 1,8 milhão de pessoas buscando abrigo. A redução de recursos financeiros, causada por cortes na ajuda internacional de países como os Estados Unidos, França e Reino Unido, está piorando a segurança alimentar na África Central e Ocidental. O PMA estima que cerca de 52 milhões de pessoas na região enfrentarão sérias dificuldades alimentares, especialmente durante a seca. No Mali, a situação é alarmante, com previsões de fome severa. A produção de alimentos é suficiente, mas a solução para a fome depende de uma mudança na forma como as potências tratam a ajuda humanitária.

A crise humanitária global se agrava em 2025, com milhões de pessoas enfrentando a fome em diversas regiões, incluindo a Faixa de Gaza e a África Subsaariana. O Programa Mundial de Alimentos (PMA) anunciou o fim da ajuda alimentar para 1 milhão de refugiados em Uganda, exacerbando a insegurança alimentar na África Central e Ocidental.

A situação em Gaza é alarmante, mas a fome se espalha por todo o planeta. Mudanças climáticas e cortes significativos na ajuda internacional têm contribuído para a calamidade. A redução de 90% nos contratos da U.S. Agency for International Development (Usaid) e a diminuição de US$ 60 bilhões na assistência global dos Estados Unidos impactaram severamente a África Subsaariana.

Além disso, a França e o Reino Unido também cortaram recursos, com a França reduzindo em 40% o orçamento da Agence Française de Développement (AFD), enquanto o Reino Unido planeja diminuir sua ajuda internacional para 0,3% do Produto Nacional Bruto (PNB) até 2027.

Impacto na Segurança Alimentar

O PMA estima que aproximadamente 52 milhões de indivíduos na África Central e Ocidental enfrentarão grave restrição alimentar durante a seca de junho a agosto. No Mali, a situação é crítica, com previsões de mortes em massa devido à falta de água e alimentos. Outros países, como Chade e Níger, também estão sob risco crescente devido a secas recorrentes.

A solução para a fome não está apenas na produção de alimentos, que já é suficiente. Uma nova ordem internacional que priorize valores humanitários é essencial. O papa Francisco destacou a política como uma forma de caridade que busca o bem comum, enfatizando a necessidade de ação global para enfrentar essa crise humanitária.

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