Uma startup aérea, que já chamou a atenção com seu assento vertical “Skyrider 2.0”, agora lançou uma nova ideia chamada classe colaborativa. Nessa classe, os passageiros ajudam no voo batendo os braços como se fossem asas. O designer da ideia afirma que os assentos terão janelas que permitem que os passageiros contribuam para a propulsão do avião. Ele descreve a experiência como imersiva e sustentável, dizendo que é como voar com as próprias mãos. Além disso, há rumores de que a empresa pode oferecer passagens mais baratas para quem aceitar empurrar o avião na pista.
Após gerar polêmica com o assento vertical “Skyrider 2.0”, uma startup aérea lançou uma nova modalidade de embarque: a classe colaborativa. Nela, os passageiros ajudam no voo batendo os braços como asas. O designer responsável pela inovação, conhecido por ter removido o carregador dos iPhones, afirmou que os assentos terão janelas que permitem a movimentação dos braços, promovendo uma experiência “imersiva e sustentável”.
Além da classe colaborativa, surgem rumores sobre uma nova opção chamada classe humilhativa, que ofereceria bilhetes mais baratos para aqueles que aceitarem empurrar o avião na pista. Essa proposta levanta questões sobre o conforto e a segurança dos passageiros, que já estavam em debate após o lançamento do assento vertical.
A startup busca atrair um público que valoriza experiências únicas e acessíveis. No entanto, a ideia de passageiros contribuindo fisicamente para a propulsão da aeronave pode gerar preocupações sobre a viabilidade e a segurança dos voos. A empresa ainda não se pronunciou oficialmente sobre a implementação dessas novas classes.
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