- Joinville realiza a 42ª edição do maior Festival de Dança do mundo, de 21 de julho a 2 de agosto.
- O evento conta com a participação de 15 mil dançarinos e espera um aumento populacional de 350 mil pessoas na cidade.
- Uma das novidades é a inauguração do Museu da Dança, o primeiro da América do Sul dedicado exclusivamente a essa arte.
- A abertura oficial teve apresentação da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, com uma adaptação de “O Lago dos Cisnes” pelo coreógrafo Vladimir Vasiliev.
- O festival oferece competições, espetáculos, cursos e workshops com renomados profissionais da dança, como Ana Botafogo e Luciana Sagioro.
Joinville, conhecida como a “capital nacional da dança”, recebe a 42ª edição do maior Festival de Dança do mundo, que começou em 21 de julho e vai até 2 de agosto. Com a participação de 15 mil dançarinos, o evento promete agitar a cidade, que vê sua população crescer em 350 mil pessoas durante o festival.
Uma das grandes novidades desta edição é a inauguração do Museu da Dança, o primeiro da América do Sul dedicado exclusivamente a essa arte. O espaço conta com um teatro para 220 pessoas e uma exposição interativa, complementando a rica programação cultural do festival. Durante as duas semanas, os participantes poderão desfrutar de competições, espetáculos de companhias brasileiras e apresentações gratuitas.
Na abertura oficial, a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil apresentou uma versão adaptada do clássico “O Lago dos Cisnes”, com mais de cem bailarinos no elenco. A adaptação foi feita pelo coreógrafo russo Vladimir Vasiliev, trazendo um toque especial ao espetáculo. Os papéis principais foram interpretados por Amanda Gomes e Wagner Carvalho, ex-alunos da escola, que dançaram como Odette e príncipe Siegfried.
Programação Diversificada
O festival conta com uma programação variada, incluindo a Mostra Competitiva, que ocorre em várias datas, e o Festival Meia Ponta, voltado para crianças e adolescentes. Além disso, o evento oferece cursos e workshops com grandes nomes da dança, como Ana Botafogo e Luciana Sagioro.
O presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville, Ely Diniz, destaca que, apesar de já consolidado, o festival busca sempre inovações. O museu, que levou três anos para ser inaugurado, é um exemplo desse compromisso. A expectativa é que o festival atraia não apenas dançarinos, mas também turistas e amantes da dança de todo o Brasil e do exterior.
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