- O Atlético-MG enfrenta desafios financeiros sob a gestão de Victor Bagy, ex-goleiro e atual dirigente do clube.
- Há atrasos salariais e cobranças dos torcedores, refletindo a situação do futebol brasileiro.
- Victor destaca a importância de tranquilizar os atletas e trabalhar para resolver as pendências financeiras.
- Com a chegada de Paulo Bracks como executivo-chefe do futebol, Victor mantém sua função, mas não lidera as negociações.
- Ele busca construir um legado duradouro, focando em um clube sustentável e competitivo.
O Atlético-MG, que conquistou seu primeiro título da Libertadores em 2013, enfrenta desafios financeiros sob a gestão de Victor Bagy, ex-goleiro e atual dirigente do clube. Com atrasos salariais e cobranças dos torcedores, Bagy busca construir um legado positivo em meio a um cenário complicado.
A defesa icônica de Victor nas quartas de final da Libertadores, em 2013, é lembrada como um marco na história do clube. Ele destaca que sua carreira se divide entre antes e depois daquele momento. “Aquela defesa me projetou para a seleção brasileira”, afirma. Desde que se tornou dirigente em 2021, Victor percebeu que a admiração dos torcedores agora vem acompanhada de cobranças.
Atualmente, o Atlético-MG enfrenta um momento financeiro delicado, com atrasos nos salários e pendências em pagamentos. Victor reconhece que essa situação não é exclusiva do clube, mas um reflexo do cenário do futebol brasileiro. “É importante tranquilizar os atletas e mostrar que estamos trabalhando para resolver as pendências”, diz.
Com a chegada de Paulo Bracks como executivo-chefe do futebol, Victor permanece na mesma função, mas sem liderar as negociações. Ele enfatiza a importância da transparência e do alinhamento de expectativas com os torcedores, que muitas vezes criam expectativas de grandes investimentos.
Victor também reflete sobre sua transição de jogador para dirigente, destacando a influência de Rodrigo Caetano em sua carreira. “Ele acreditou em mim e me ajudou a me preparar para essa nova fase”, conta. O ex-goleiro busca deixar um legado duradouro no Atlético, focando em um clube sustentável e competitivo, mesmo diante das dificuldades financeiras atuais.
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