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Kathleen Hanna se recusa a perder tempo com jornalista abusador e machista

Kathleen Hanna lança livro e novos projetos, reafirmando sua influência no ativismo e na música contemporânea.

Kathleen Hanna, em uma imagem cedida pela editorial Liburuak. (Foto: Brad Torchia)
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  • Kathleen Hanna, vocalista da banda Bikini Kill, lançou o livro “Rebel Girl”, que narra sua trajetória e impacto cultural.
  • O livro aborda temas como abuso, sexismo e homofobia, com o objetivo de inspirar novas gerações.
  • Nos anos 90, Hanna desafiou o machismo na cena punk e promoveu a visibilidade feminina, incentivando meninas a se posicionarem em shows.
  • Após um período de afastamento por problemas de saúde, ela retorna com novos projetos, incluindo um documentário e uma série.
  • Recentemente, Hanna apresentou o projeto Singer Outsiders no Lincoln Center, em Nova York, reafirmando sua influência na música e no ativismo.

Kathleen Hanna, vocalista da banda Bikini Kill e ícone do movimento Riot Grrrl, lançou seu livro “Rebel Girl”, que narra sua trajetória e impacto cultural. O livro, que também aborda questões de abuso, sexismo e homofobia, é um relato pessoal e político que visa inspirar novas gerações.

Nos anos 90, Hanna desafiou o machismo na cena punk, promovendo a visibilidade feminina. Em um de seus shows, pediu que as meninas ficassem à frente, um ato que se tornou um símbolo de resistência. “Precisamos falar sobre nossas experiências para nos libertar da raiva acumulada,” afirma Hanna, refletindo sobre sua luta e a importância de compartilhar histórias.

O movimento Riot Grrrl, do qual Hanna foi uma das líderes, surgiu como resposta à invisibilidade das mulheres na música alternativa. Junto a bandas como Bratmobile e Heavens to Betsy, ela redefiniu o espaço musical, abordando temas relevantes para muitas mulheres. “Falar sobre a própria situação é o mais universal que se pode fazer,” destaca.

Após um período de afastamento devido a problemas de saúde, Hanna voltou a ativa com novos projetos, incluindo um documentário e uma série. Sua influência permanece forte, com artistas contemporâneas como Olivia Rodrigo e Miley Cyrus reconhecendo seu impacto. “Sinto-me honrada que novas bandas façam versões de minhas músicas,” diz Hanna, celebrando a nova geração que a admira.

Recentemente, ela apresentou o projeto Singer Outsiders no Lincoln Center, em Nova York, e continua a trabalhar em um novo documentário. Com uma vida repleta de histórias e desafios, Hanna se mostra uma fonte de inspiração atemporal, reafirmando que a música é uma poderosa ferramenta de mudança.

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