- Iñaki Williams se tornou o primeiro capitão negro da história do Athletic Club.
- Em coletiva, ele destacou a importância de representar pessoas de origens humildes.
- Williams, que está na décima primeira temporada no clube, atribuiu seu sucesso às suas raízes familiares.
- O jogador criticou a ascensão da ultradireita e reafirmou seu compromisso com a inclusão e diversidade no esporte.
- Suas declarações receberam apoio de figuras políticas, como o deputado Joan Baldoví, que o elogiou como modelo para a juventude.
Iñaki Williams, jogador do Athletic Club, fez história ao se tornar o primeiro capitão negro do clube. Em uma coletiva recente, o atleta de 31 anos refletiu sobre a importância de sua nova posição, destacando a representação de pessoas de origens humildes.
Williams, que está em sua décima primeira temporada no time, enfatizou que sua trajetória é um reflexo do destino e das raízes familiares. “Se não fosse por eles, nem eu nem meu irmão estaríamos aqui”, afirmou, referindo-se aos pais que o trouxeram ao mundo em Bilbao. Ele ressaltou a responsabilidade de ser uma referência para aqueles que lutam diariamente por melhores condições de vida.
O jogador também abordou questões sociais, criticando a ascensão da ultradireita na sociedade. “Nós, que temos voz, tentaremos seguir trabalhando, calando bocas e derrubando barreiras”, declarou, reforçando seu compromisso com a inclusão e a diversidade no esporte.
O discurso de Williams repercutiu amplamente, recebendo apoio de figuras políticas, como o deputado Joan Baldoví, que compartilhou suas palavras nas redes sociais. Baldoví destacou que Williams deve ser um modelo para a juventude, em contraste com as narrativas extremistas que permeiam o cenário atual.
A fala do capitão do Athletic Club não apenas marca um momento significativo na história do clube, mas também se torna um símbolo de resistência e esperança para muitos.
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