- O governo federal já gastou R$ 787,2 milhões com a organização da COP trinta, que ocorre em Belém (PA), com previsão total de R$ 1 bilhão; a maior parte dos gastos veio da Presidência, com mais de R$ 698 milhões.
- Desde o início da conferência, em 10 de novembro, problemas de infraestrutura e segurança têm sido relatados; houve incêndio na tarde do dia 20; a ONU alertou sobre a necessidade de melhorias na segurança.
- Embratur (agência brasileira de turismo) destinou R$ 406 milhões, OEI (Organização dos Estados Ibero-Americanos) recebeu R$ 329 milhões e UNFCCC (United Nations Framework Convention on Climate Change) ficou com R$ 38 milhões; Polícia Federal e Empresa Brasil de Comunicação (EBC) aparecem entre os maiores gastos, com R$ 27 milhões e R$ 28 milhões, respectivamente.
- O Tribunal de Contas da União (TCU) investiga a OEI por supostas irregularidades em contratos que somam R$ 478,3 milhões, com indícios de superfaturamento e contratação sem licitação; a OEI afirmou que as questões foram respondidas e que seus projetos estão em conformidade com acordos internacionais.
- Os desdobramentos da COP trinta e a gestão dos recursos permanecem sob monitoramento enquanto a conferência avança, em meio a desafios significativos.
O governo federal já gastou R$ 787,2 milhões com a organização da COP 30, que ocorre em Belém (PA). O total previsto para o evento é de R$ 1 bilhão, conforme dados do Portal da Transparência. A maior parte dos gastos provém da Presidência, que investiu mais de R$ 698 milhões.
Desde o início da conferência, em 10 de novembro, problemas de infraestrutura e segurança têm sido reportados. Entre os incidentes, destaca-se um incêndio ocorrido no dia 20, além de vazamentos e riscos elétricos. A situação foi alertada previamente pela ONU, que mencionou a necessidade de melhorias na segurança.
Principais responsáveis pelos gastos
Os órgãos que mais aplicaram recursos incluem a Embratur, com R$ 406 milhões, seguida pela Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), que recebeu R$ 329 milhões, e a UNFCCC, com R$ 38 milhões. A Polícia Federal e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) também figuram entre os maiores gastadores, com R$ 27 milhões e R$ 28 milhões, respectivamente.
Além disso, o Tribunal de Contas da União (TCU) investiga a OEI por supostas irregularidades em contratos, que totalizam R$ 478,3 milhões. A contratação sem licitação e indícios de superfaturamento levantaram preocupações. A OEI afirmou que todas as questões foram respondidas e que seus projetos estão em conformidade com acordos internacionais.
Os desdobramentos da COP 30 e a gestão dos recursos continuam a ser monitorados, à medida que a conferência avança em meio a desafios significativos.
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