- A Fifa protege a marca Copa do Mundo e fiscaliza o uso de nomes, logotipos e anúncios em bares, restaurantes e espaços públicos no Canadá, EUA e México para evitar infrações de propriedade intelectual.
- Toronto e Vancouver vão monitorar estabelecimentos durante a Copa, com cerca de sessenta agentes em Toronto, para coibir divulgações não autorizadas e manter áreas ao redor dos estádios sob vigilância.
- As regras se aplicam a outros idiomas, incluindo francês e espanhol, o que pode impedir anúncios com termos como “Fifa” ou “Copa do Mundo” em determinadas decorações.
- A fiscalização começa em 13 de maio e vai até 20 de julho, incluindo contatos com empresas para solicitar cooperação na solução de eventuais infrações.
- Empresas e torcedores já têm adotado nomes codificados ou alternativas para exibir partidas, evitando o uso direto de marcas, como exemplos citados de bares que criaram apelidos para divulgação.
A poucos dias do início da Copa do Mundo, bares e restaurantes em Toronto, Vancouver e outras cidades-sede do Canadá preparam exibições com atenção à proteção de marcas da FIFA. A entidade reforça o cuidado com nomes, logotipos e conteúdos associados ao torneio para evitar violação de direitos.
O objetivo é manter a valorização da marca da Copa do Mundo e das receitas de patrocínio. A FIFA classifica o valor de marketing como uma de suas principais fontes de renda, atrás apenas dos direitos de transmissão. As ações ocorrem em todo o circuito das sedes.
O torneio começa em 11 de junho e envolve 15 cidades entre Canadá, EUA e México. A FIFA, o Comitê Olímpico Internacional e parceiros atuam para evitar anúncios não autorizados e uso indevido de símbolos oficiais.
Preparação e fiscalização em Toronto e Vancouver
Toronto vai mobilizar cerca de 60 agentes municipais nos dias de jogos para monitorar áreas públicas, anúncios e estacionamento irregular. Em Vancouver, a fiscalização abrange a remoção de placas não autorizadas durante a Copa, com atuação de parceiros locais.
As normas valem para promoções em idiomas diferentes, incluindo francês e espanhol, estendendo-se a redes sociais e vitrines de estabelecimentos. A meta é impedir exploração comercial não autorizada ligada ao evento.
Impacto para torcedores e negócios
Proprietários de bares avaliam opções de divulgação com linguagem codificada ou genérica para indicar transmissões sem violar contratos de marca. A prática busca evitar sanções sem perder a atração de público.
Item relevante é a participação de espetáculos comunitários de exibição, que podem oferecer alternativas para torcedores sem ingresso oficial. O equilíbrio entre celebração local e proteção da marca é o foco das autoridades.
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