- Em 2017, uma astrônoma italiana saiu de Londres para Nashville, Estados Unidos, para ver a Grande Eclipse Americana em 21 de agosto, às 13h27, enfrentando nuvens que quase esconderam o eclipse e permitindo apenas uma pequena fivela de luz.
- Ela já havia observado muitos fenômenos celestes, mas nunca havia visto um eclipse solar total até então, o que mudou a percepção sobre esse tipo de evento.
- O momento de totalidade durou cerca de cinquenta segundos, com a corona visível pela primeira vez e o entorno entrando em um silêncio quase reverente.
- Em abril de 2024, ela e o marido quase repetiram a experiência na costa de Mazatlán, no México, vendo a lua cobrir o sol por mais de quatro minutos, com a corona mais fraca por conta do ciclo solar.
- Hoje ela se autodenomina uma “caçadora de eclipses” e já tem viagens marcadas para 12 de agosto de 2026 e 2 de agosto de 2027, buscando eclipses totais com durações cada vez maiores.
Uma astrônoma italiana descreve a experiência de testemunhar dois eclipses solares totais que marcaram sua carreira. O primeiro ocorreu em Nashville, nos EUA, em 21 de agosto de 2017, durante a Grande Eclipsa Americana. O segundo aconteceu em Mazatlán, no México, em 8 de abril de 2024.
A pesquisadora relata ter viajado de Londres para Tennessee com o objetivo de ver o evento. No dia, o céu estava claro até o momento da ocultação total, quando a Lua cobriu o Sol pela última vez. Um pequeno clarão apareceu entre nuvens, minutos antes da totalidade.
Acompanhada do marido, ela observou a passagem da lua em frente ao sol por cerca de 50 segundos antes de ser interrompida pelas nuvens. Segundo relato, o silêncio tomou conta do local e a corona solar ficou visível aos presentes.
Eclipses que mudaram a percepção
Em 2017, a profissional descreveu sentir pela primeira vez a diferença entre 90% de cobertura e a totalidade, percebendo a magnitude do fenômeno. Ela afirmou ter visto pela primeira vez o efeito estético da corona e o impacto emocional do momento.
Em 2024, a dupla viajou para Mazatlán, na costa do Pacífico, para a segunda Grande Eclipsa Americana. O eclipse durou mais tempo, com a Lua cobrindo o Sol por mais de quatro minutos, em meio a uma corona menos extensa pela atual atividade solar.
A testemunha passou a se autodenominar uma “caçadora de eclipses” e já agendou novas viagens para observar totais em 12 de agosto de 2026, na Espanha, e 2 de agosto de 2027, com expectativa de duração superior a seis minutos.
A experiência histórica reforçou a valorização de observações astronômicas e a importância de locais com céu claro. A pesquisadora destaca a coincidência de tamanhos aparentes da Lua e do Sol, o que possibilita o fenômeno.
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