- Gabriel Ganley, fisiculturista e influenciador, defendia o fisiculturismo sem hormônios, mas passou a usar substâncias como insulina em julho de vinte e cinco, após uma pneumonia.
- O atleta, natural do Rio de Janeiro, tinha cerca de 1,7 milhão de seguidores no Instagram e quase 400 mil no YouTube, com conteúdos sobre treino e rotina fitness.
- Ganley foi encontrado morto por um amigo no último sábado, na Zona Leste de São Paulo; o corpo foi cremado nesta segunda-feira, em cerimônia fechada para familiares.
- O atestado de óbito aponta morte súbita causada por cardiomiopatia hipertrófica, condição que pode ser agravada pelo uso de anabolizantes.
- A Secretaria de Segurança Pública informou que a polícia investiga o caso e aguarda laudos do Instituto Médico Legal para esclarecer a morte.
Gabriel Ganley, fisiculturista de 22 anos, foi encontrado morto por um amigo no sábado (23) na Zona Leste de São Paulo. Segundo o atestado, a morte foi por cardiomiopatia hipertrófica, doença cardíaca que pode ser agravada pelo uso de anabolizantes. A polícia investiga o caso junto ao IML.
O atleta tinha vivido episódios de mal-estar após iniciar o uso de hormônios, já em 2025. Em julho do ano passado, passou a usar insulina, conforme apuração inicial. Médicos destacam riscos graves dessa prática para o sistema cardiovascular e nervoso.
Ganley acumulava cerca de 1,7 milhão de seguidores no Instagram e quase 400 mil no YouTube. Natural do Rio de Janeiro, ficou conhecido por defender o fisiculturismo natural antes de revelar o uso de anabolizantes.
Antes da musculação, destacava-se como jogador competitivo de Pokémon TCG, atuando entre os melhores da América Latina e em torneios nos EUA. O corpo do atleta foi cremado nesta segunda-feira em São Paulo, em cerimônia restrita a parentes.
Quem era Gabriel Ganley
Ganley ganhou notoriedade ao compartilhar rotinas de treino, alimentação e preparação física. O conteúdo ajudou a ampliar sua base de fãs durante a pandemia. Ele buscava enxergar o atleta além da posição de influenciador.
A Secretaria de Segurança Pública informou que a investigação continua, com aguardos de laudos do IML para esclarecer as causas da morte. Não houve confirmação de outras circunstâncias ou envolvidos até o momento.
Especialistas lembram que o uso de insulina como agente anabolizante não tem respaldo científico e pode trazer riscos graves ao metabolismo, ao fígado e ao sistema nervoso central.
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