- Trump vai promover lutas de artes marciais mistas do UFC no gramado da Casa Branca, no domingo, em Washington, durante as celebrações do Dia da Bandeira e do seu 80º aniversário.
- A iniciativa faz parte de uma série de eventos esportivos de alto visibility, convocados pelo grupo Freedom 250, para projetar a imagem de força dos Estados Unidos.
- Além das lutas no gramado presidencial, o presidente convenceu a IndyCar a realizar uma corrida ao redor do National Mall no fim do verão.
- Autoridades buscam usar esse impulso para promover os Jogos Olímpicos de 2028, em Los Angeles, e elevar a imagem geopolítica do governo.
- Críticos apontam que as ações podem caracterizar “sportswashing”; representantes do governo defendem o uso diplomático de esportes como ferramenta de influência.
A temporada esportiva de alto impacto do governo dos Estados Unidos começa em Washington com lutas do UFC no gramado da Casa Branca, a pedido de Donald Trump. O evento ocorre durante o Dia da Bandeira e coincide com o 80º aniversário do ex-presidente.
Segundo a Reuters, o UFC realizará uma série de lutas no gramado presidencial neste domingo, marcando o início de uma ofensiva de imagem externa apoiada por Trump. A iniciativa faz parte de um conjunto de ações para projetar força nacional.
Trump também persuadiu a IndyCar a realizar uma corrida ao redor do National Mall no fim do verão e aposta na Copa do Mundo de 2026 para reforçar o cenário esportivo americano. O objetivo declarado é fortalecer a imagem internacional dos EUA.
Controvérsias e leituras críticas
Autoridades e analistas discutem o uso de esportes para fins diplomáticos e de referência de poder suave. Críticos associam os planos a estratégias de “sportswashing” para melhorar a reputação do governo frente a direitos humanos e políticas internas.
O governo criou o grupo Freedom 250 para coordenar eventos do 250º aniversário da nação, enquanto o Congresso formou comissões bipartidárias para o mesmo marco. O objetivo é alinhar esportes a objetivos diplomáticos.
Além de críticas, há defensores que veem nos esportes uma extensão do interesse de Trump pelo setor, pela promoção de legado e pela visão de liderança. Representantes da Casa Branca não responderam a pedidos de comentário da Reuters.
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