- Bombeiros da Polícia Militar de São Paulo, agrupamento da Sé, vivem a Copa em regime de prontidão 24 horas, com a sala de televisão ligada e alarme pronto para qualquer chamado.
- Em 24 de novembro, um alarme falso interrompeu rapidamente a preparação para o jogo Brasil x Escócia, ainda na véspera do início da partida.
- Na região central, cerca de 15 bombeiros estavam de plantão, prontos para atender chamadas, mesmo com o grupo assistindo aos lances do jogo.
- Durante o dia, a chuva acentuou o número de ocorrências na cidade, com sete chamados de resgate, princípios de incêndio, atropelamentos e vazamento de gás, sem registro de casos graves.
- Na maternidade Santa Maria, em Paraíso, a UTI neonatal decorou a Copa para humanizar o ambiente, enquanto a unidade continua realizando entre 350 e 400 partos por mês e mantendo atendimento ininterrupto durante os jogos.
O alarme de emergência rompeu o silêncio no grupamento de bombeiros da Sé, em São Paulo, minutos antes do início da partida Brasil x Escócia. Um alarme foi considerado falso, mas mostrou o alerta constante que envolve a equipe. O episódio ocorreu às 18h54 desta quarta-feira, 24, no contexto da Copa do Mundo.
A sala de descanso e a sala de telegrafia ficaram atentas aos chamados. Treze bombeiros em plantão permaneceram prontos para agir a qualquer instante. O sargento Alberto, há 34 anos na unidade, descreveu que a prontidão funciona 24 horas, e que qualquer chamada interrompe a rotina. A TV permaneceu ligada, com a torcida em foco.
A cobertura da partida não atrapalhou apenas o serviço de resgate. Durante o dia, a chuva aumentou a demanda na cidade, com sete ocorrências registradas, como princípio de incêndio, atropelamento e vazamento de gás, sem gravidade relevante. A equipe manteve a disciplina mesmo entre os gols do Brasil, celebrados na sala.
Copa sem intervalo na maternidade
Em outra região da capital, a rotina da Maternidade Santa Maria, no Paraíso, ganhou detalhes da Copa. Incubadoras receberam adesivos de futebol e a frase Minha primeira Copa, buscando humanizar o ambiente. A unidade atende bebês de alto risco e mantém atendimento ininterrupto, mesmo com jogos.
Juliana Abdalla, diretora médica administrativa, explica que a decoração visa tornar o espaço mais acolhedor para famílias. A maternidade do Grupo Santa Joana realiza entre 350 e 400 partos por mês e segue operando sem pausa, mesmo durante as partidas da seleção. O momento de nascimento não depende do calendário da competição.
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