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Benefícios negligenciados das árvores de Natal reais

Com cerca de trinta milhões de árvores reais vendidas nos EUA e cinco milhões no Reino Unido, millennials voltam a preferir árvores naturais, reabriando o debate ambiental

In Pictures/Getty Images Christmas trees don't use huge amounts of land, but can still open up useful discussions about how we choose to use our land (Credit: In Pictures/Getty Images)
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  • Origem da tradição: início na Inglaterra por volta de 1800, com a rainha Charlotte, e popularização no Reino Unido até os anos 1850.
  • Nos EUA, a prática foi trazida por imigrantes alemães na década de 1830, ganhando espaço para decorar a casa.
  • Estima-se que, hoje, nos Estados Unidos são vendidas 25 a 30 milhões de árvores reais por ano e, no Reino Unido, cerca de 5 milhões.
  • Tendência recente mostra jovens voltando a preferir árvores reais, conforme pesquisas de 2019.
  • Debate ambiental vai além do tipo de árvore, discutindo prós e contras para definir qual opção é mais verde para o Natal.

O relato histórico da árvore de Natal remonta a Inglaterra, por volta de 1800, com a rainha Charlotte. A tradição ganhou a adesão da nobreza inglesa e, até a década de 1850, tornou-se comum no país. Já nos Estados Unidos, imigrantes alemães contribuíram para popularizar a prática a partir dos anos 1830, com árvores decoradas em casa.

Hoje, a tradição está firmemente presente em boa parte do mundo. Nos EUA, são vendidas entre 25 e 30 milhões de árvores reais por ano, enquanto no Reino Unido a cifra fica em torno de 5 milhões. Esses números refletem a continuidade do costume associado a decorações, luzes e enfeites.

Uma tendência recente aponta para o ressurgimento das árvores naturais entre gerações mais jovens. Pesquisas de 2019 revelam que millennials estavam 82% mais propensos a optar por uma árvore viva em comparação aos baby boomers. A mudança de preferência reacende o debate sobre impactos ambientais.

Especialistas ressaltam que os prós e contras ambientais vão além de real versus artificial. Cientistas destacam a importância de fatores como manejo florestal, transporte e reciclagem. A decisão entre árvore real ou artificial envolve múltiplos aspectos ecológicos e de consumo.

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