- A carta geotécnica de São Paulo aponta que vinte e três vírgula nove por cento do território tem baixa ou nenhuma aptidão para urbanização; alta aptidão atinge cerca de dezesseis vírgula oito por cento, grande parte já ocupada, incluindo a região da Avenida Paulista.
- O estudo divide a cidade em vinte unidades geotécnicas, e o mapa interativo (do Estadão) permite ver a aptidão e riscos como inundação, alagamento, erosão e afundamento por endereço.
- Locais de baixa ou nenhuma aptidão têm maior potencial de incidentes; são citadas áreas perto de várzeas dos rios Tietê e Pinheiros, como Vila Leopoldina, Barra Funda e Alto de Pinheiros.
- Em áreas de média aptidão, novas obras podem ocorrer mediante estudos geológico-geotécnicos e hidrológico-hidráulicos em detalhe; em áreas já ocupadas, recomenda-se análise de perigo e setorização de risco.
- A carta, desenvolvida pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo em parceria com a prefeitura, orienta planejamento urbano, políticas públicas e gestão de risco para um desenvolvimento seguro.
A Carta Geotécnica de Aptidão à Urbanização de São Paulo, lançada pela IPT em parceria com a Prefeitura, chega acompanhada de um mapa interativo. Ele indica características do solo e vulnerabilidades para planejamento urbano.
O estudo aponta que 23,9% do território apresenta baixa ou nenhuma aptidão para novas construções, enquanto 16,8% têm alta aptidão. A maior parte já está ocupada, incluindo áreas na Avenida Paulista.
Locais com maior risco de problemas geotécnicos estão entre várzeias de rios como Tietê e Pinheiros. Trechos da Vila Leopoldina, Barra Funda e Alto de Pinheiros aparecem entre as áreas mais sensíveis.
O mapa divide a cidade em 20 unidades geotécnicas. Cada área traz informações sobre aptidão à urbanização e suscetibilidades como inundação, alagamento, erosão e afundamento.
A ferramenta permite buscar por endereço e consultar detalhes de cada unidade, com recomendações específicas de estudos e de planejamento para construções existentes ou futuras.
A carta foi desenvolvida pelo IPT e pela Prefeitura para embasar políticas públicas, gestão de risco e desenvolvimento urbano seguro e sustentável. Créditos devem citar as fontes oficiais.
Entre as recomendações, estão evitar ocupação em locais de alta suscetibilidade e realizar estudos geológico-geotécnicos em nível de detalhe antes de intervenções.
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