- A fertilidade diminui com a idade: para mulheres, a queda é mais acentuada a partir dos 30 anos e mais significativa após os 35; para homens, a qualidade do sêmen pode diminuir com o tempo.
- A avaliação de fertilidade deve ser feita cedo, principalmente em histórico de infertilidade na família ou caso haja atraso para conceber.
- Para aumentar as chances de concepção, relações sem proteção devem ocorrer a cada dois ou três dias durante o período fértil.
- Existem exames de fertilidade para mulheres e para homens que ajudam a identificar possíveis fatores que atrapalham a concepção, com avaliação médica indicada.
- Congelamento de óvulos ou sêmen é uma opção de preservação da fertilidade, com momento considerado ideal para mulheres entre 25 e 35 anos.
O tema da fertilidade merece atenção antes de planejar ter filhos. Profissionais indicam avaliar o sistema reprodutivo cedo, pois idade e outros fatores influenciam a possibilidade de conceber naturalmente, tanto para mulheres quanto para homens.
Especialistas ressaltam que a fertilidade feminina começa a declinar após os 30 anos, com queda mais acentuada após 35. No sexo masculino, a produção de espermatozoides persiste, mas a qualidade tende a piorar com a idade.
O ideal é buscar avaliação precoce, principalmente em casos de histórico familiar de infertilidade, problemas de saúde que afetem a fertilidade ou intenção de adiar a paternidade ou maternidade. O congelamento de óvulos ou espermatozoides pode preservar a fertilidade.
Fertilidade é a capacidade de conceber, dependendo de fatores como qualidade de gametas, função das trompas, receptividade do útero e hormônios. Além disso, aspectos psicológicos e emocionais também influenciam cada caso.
Para entender o tempo até a gravidez, especialistas apontam que é normal conceber em até um ano de tentativas. Em casais férteis, metade já engravida no terceiro mês, 75% até o sexto mês, segundo médicos ouvidos.
Se não há gravidez após seis meses, é aconselhável buscar ajuda médica. Mulheres acima de 35 anos devem procurar orientação com seis meses de tentativas sem sucesso; acima de 40, orientação imediata é recomendada para não atrasar diagnósticos.
A frequência de relações durante o período fértil pode acelerar a concepção. Relações a cada dois ou três dias, durante esse período, costumam ser suficientes para aumentar as chances, sem necessidade de contato diário.
Exames de fertilidade ajudam a identificar necessidades de tratamento. Avaliação clínica, exames de reserva ovariana, ultrassonografias, HSG, testes de ovulação e análises de sêmen são comumente indicados, conforme o caso.
Além de exames, podem ser solicitados testes genéticos e de DSTs para detectar fatores que prejudiquem a fertilidade. Orientação médica é essencial para definir diagnóstico e opções de tratamento.
Entre os fatores que podem atrapalhar, destacam-se doenças como endometriose, SOP e problemas da tireoide em mulheres; varicocele, infecções genitais, diabetes e hipertensão em homens. Infecções sexualmente transmissíveis também impactam a saúde reprodutiva.
Estilo de vida influencia fortemente a fertilidade. Obesidade, sedentarismo e alimentação rica em gorduras ruins reduzem testosterona e a qualidade do sêmen. Fumar e consumo excessivo de álcool aceleram a perda de reserva ovariana e degradam a qualidade de óvulos.
Estresse crônico também é relevante. Em mulheres, pode alterar hormônios e ovulação; em homens, reduzir qualidade, contagem e motilidade dos espermatozoides. Apoio psicológico pode ajudar a enfrentar o desafio.
Mudanças de hábitos ajudam a melhorar a fertilidade. Parar de fumar e reduzir álcool costumam trazer melhorias em meses para homens; para mulheres, a recuperação é mais lenta, porém pode aumentar as chances de concepção com o tempo.
Algumas estratégias são voltadas à preservação da fertilidade. Além de tratamento de doenças, manter alimentação balanceada, evitar toxinas e reduzir exposição a calor excessivo ajuda. Exames regulares ajudam a detectar problemas precocemente.
A criopreservação de óvulos ou sêmen é uma opção para adiar a gravidez por motivos pessoais ou profissionais ou antes de tratamentos médicos que possam comprometer a fertilidade. O momento ideal costuma variar, com orientação profissional.
Para a maior parte das mulheres, realizar o congelamento de óvulos entre 25 e 35 anos oferece equilíbrio entre quantidade e qualidade, segundo especialistas. A decisão deve ser tomada com base em avaliação médica e planejamento familiar.
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