- Incêndio atinge o Parque Nacional Ranomafana, em Madagascar, com a área possivelmente atingida acima de 260 hectares.
- Dois grandes focos surgiram em dezembro; um está contido, o outro persiste, alimentado por vegetação seca e ventos fortes.
- Mais de 1.500 membros da comunidade participam da operação, com apoio do Centre ValBio (CVB), Madagascar National Parks (MNP) e Pivot Works.
- Drones estão sendo usados para monitorar a evolução do fogo, enquanto CVB e MNP coordenam os esforços de proteção.
- Ranomafana foi criado em 1991, com 43.550 hectares de floresta úmida litorânea, abrigando lêmures raros como Hapalemur simus e Hapalemur aureus.
Ranomafana National Park, em Madagascar, está sob risco de incêndio com mais de 260 hectares possivelmente atingidos. Dois grandes focos foram registrados em dezembro; um foi contido, o outro persiste, alimentado por vegetação seca e ventos fortes.
A área, criada em 1991, ocupa 43.550 hectares de floresta úmida litorânea e abriga espécies de lêmures raras, como Hapalemur simus e Hapalemur aureus. O parque fica a cerca de 10 horas de viagem de Antananarivo, capital do país.
A gestão oficial fica a cargo da Madagascar National Parks (MNP), com atuação técnica do Centre ValBio (CVB). A mobilização envolve moradores locais, pesquisadores e equipes de proteção ambiental.
Conforme representantes da MNP, a origem do fogo é provavelmente humana. Dois incêndios grandes surgiram no fim de dezembro; um foi controlado, o outro continua ativo, alimentado por matéria seca e pela intensidade do vento.
Até o momento, não há estimativa oficial de danos, mas há remoção de pessoas e recursos para conter as chamas. Em 8 de janeiro, mais de 1.500 membros da comunidade participaram das ações.
Drones do CVB foram empregados para monitorar a evolução das queimadas, enquanto a Pivot Works colabora com atividades de resposta. Moradores fornecem alimento e água para equipes de combate aos incêndios.
O Ranomafana é reconhecido pelo seu papel científico e turístico, abrigando a pesquisa sobre espécies únicas de lêmures. A proteção da área é vista como essencial para a conservação da biodiversidade regional.
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