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Cinco curiosidades sobre o congelamento de embriões

O congelamento de embriões pode durar décadas e se tornou opção cada vez mais comum para adiar a paternidade, com aumento de 255% no Brasil

Reprodução assistida; fertilização in vitro (fiv) — Foto: Freepik
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  • Embriões podem ficar congelados por tempo indeterminado e ainda gerar gravidez, com cobrança de taxa de manutenção na clínica.
  • O primeiro bebê nascido a partir de embrião congelado foi Zoe Leyland, em 28 de março de 1984, na Austrália.
  • Embriões não utilizados podem ser doados após três anos congelados, conforme regulamentação do Conselho Federal de Medicina.
  • O congelamento de embriões está se tornando cada vez mais comum no Brasil, com aumento de 255% no número de embriões congelados entre 2012 e 2022 (de 32.181 para 114.372).
  • Existe a possibilidade de reprodução assistida post-mortem, desde que haja autorização prévia por escrito para uso do material biológico criopreservado.

O congelamento de embriões aparece como uma opção para casais que desejam adiar a paternidade. O processo envolve coletar gametas, fertilizar in vitro e congelar os embriões para uso futuro. A prática tem ganhado espaço na reprodução assistida, segundo o SBRA.

Em relação à permanência dos embriões, eles podem ficar congelados por tempo indeterminado e ainda gerar gravidez, mediante taxa de manutenção na clínica. Casos históricos ajudam a entender o alcance do método.

O primeiro bebê nascido a partir de um embrião congelado ocorreu em 1984, na Austrália, com Zoe Leyland. O procedimento pioneiro mostrou a viabilidade técnica e o potencial de uso futuro do material biológico.

Curiosidades

Casais costumam gerar mais de um embrião e, se não houver uso, os embriões podem ser doados após três anos congelados, conforme regulamentação do CFM. A doação depende de autorização e normas vigentes.

A prática ganhou fôlego no Brasil: o número de embriões congelados cresceu 255% entre 2012 e 2022, conforme o SisEmbrio, administrado pela Anvisa. O total passou de 32.181 para 114.372.

A chamada reprodução assistida post-mortem é possível mediante autorização prévia por escrito. Nessa modalidade, utiliza-se material genético de pessoas falecidas, com autorização formal para uso do biológico criopreservado.

Fonte: Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.

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