- Pesquisas recentes indicam que Leonardo Da Vinci pode ter tido um relacionamento íntimo com seu aprendiz Gian Giacomo Caprotti, conhecido como Salaj.
- A famosa pintura Mona Lisa pode retratar Caprotti, desafiando a narrativa tradicional sobre a obra.
- Em mil quinhentos e setenta e seis, Da Vinci foi acusado de manter relações sexuais com uma jovem, mas o caso não avançou.
- O historiador Dino Heicker sugere que Da Vinci tinha um afeto especial por Salaj, que era 28 anos mais jovem.
- Indícios apontam que a Mona Lisa não retrata Lisa del Giocondo, mas sim Caprotti, com letras que representam os nomes de ambos visíveis na pintura.
Leonardo Da Vinci, um dos ícones do Renascimento, é frequentemente lembrado por suas obras-primas como a Mona Lisa e A Última Ceia. Recentemente, novas pesquisas lançaram luz sobre sua vida pessoal, revelando um possível relacionamento íntimo com seu aprendiz Gian Giacomo Caprotti, conhecido como Salaj. Essa descoberta desafia a narrativa tradicional sobre a famosa pintura.
Em 1476, Da Vinci foi acusado de manter relações sexuais com uma prostituta de 17 anos, mas o caso não avançou por falta de provas. O historiador Dino Heicker, autor do livro *Weltgeschichte der Queerness*, afirma que Leonardo tinha um afeto especial por Salaj, que era 28 anos mais jovem. Os dois viveram juntos por muitos anos, e a semelhança entre as obras de Da Vinci, como São João Batista e a Mona Lisa, sugere que Salaj pode ter sido o modelo para ambas.
Pesquisadores italianos encontraram indícios de que a Mona Lisa não retrata Lisa del Giocondo, esposa de um comerciante florentino, mas sim Caprotti. Além disso, letras que representam os nomes de Leonardo e Salaj podem ser vistas nos olhos da pintura, e o termo carinhoso “mon salaj” pode ser interpretado como um anagrama de Mona Lisa. Apesar dessas teorias, o Museu do Louvre mantém uma posição cética.
A vida de Da Vinci e seu relacionamento com Salaj permanecem envoltos em mistério, mas o biógrafo Giorgio Vasari já havia notado um “prazer peculiar” de Leonardo pelo jovem. Essa nova perspectiva sobre a sexualidade de Da Vinci não apenas enriquece a compreensão de sua obra, mas também reflete sobre a aceitação e a estigmatização da homossexualidade ao longo da história.
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