- As chuvas de meteoros Perseidas começam a ser visíveis no Brasil a partir de 17 de julho, com pico entre 11 e 13 de agosto.
- A atividade das Perseidas se estende até 24 de agosto, com aumento progressivo no número de meteoros.
- Para melhor visualização, recomenda-se locais escuros, longe da poluição luminosa.
- A chuva de meteoros Delta Aquarídeas também está ativa, com pico em 30 de julho e visibilidade maior no hemisfério sul.
- A atividade das Delta Aquarídeas vai de 12 de julho a 23 de agosto, com melhores observações entre meia-noite e amanhecer.
Nesta quinta-feira, 17 de julho, inicia o período de atividade da chuva de meteoros Perseidas, um dos eventos astronômicos mais aguardados do ano. A visualização será possível em todo o Brasil, com pico esperado entre 11 e 13 de agosto. As Perseidas são conhecidas pela quantidade significativa de meteoros visíveis, especialmente após a meia-noite.
A atividade das Perseidas se estende até 24 de agosto, com o número de meteoros aumentando progressivamente. Para uma melhor observação, recomenda-se escolher locais escuros, longe da poluição luminosa das cidades. O radiante, ponto de origem dos meteoros, está na constelação de Perseus, mas os meteoros podem ser vistos em todo o céu.
Delta Aquarídeas
Além das Perseidas, a chuva de meteoros Delta Aquarídeas também está em atividade, com pico previsto para 30 de julho. Essa chuva é mais visível no hemisfério sul, especialmente durante a madrugada. A atividade das Delta Aquarídeas vai de 12 de julho a 23 de agosto.
Para maximizar a visualização, é ideal observar entre meia-noite e amanhecer, com maior intensidade entre 4h e 5h da manhã. Na Região Norte do Brasil, estados como Amazonas, Pará e Roraima oferecem as melhores condições para a observação, devido à posição elevada do radiante.
Dicas de Observação
Para uma experiência ideal, siga estas orientações:
- Escolha um local escuro, longe das luzes artificiais.
- Permita que seus olhos se adaptem à escuridão por cerca de 20 minutos.
- Evite áreas urbanas e busque locais rurais com pouca iluminação.
Embora a visualização das Perseidas seja possível em todo o Brasil, a intensidade e a facilidade de observação variam conforme a região. Em grandes centros urbanos, como São Paulo e Curitiba, a poluição luminosa pode dificultar a experiência.
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