- A NASA confirmou que o asteroide 2025 OW, com tamanho semelhante à Torre de Pisa, passará a 632.000 quilômetros da Terra nesta segunda-feira.
- O asteroide se desloca a uma velocidade de 75.639 km/h e é considerado um evento rotineiro, com baixo risco de colisão.
- Ian J. O’Neill, especialista do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), afirmou que a agência informaria ao público em caso de ameaça real.
- Além do 2025 OW, a NASA monitora outros quatro asteroides que se aproximarão da Terra nos próximos dias.
- A agência também destacou a preocupação com asteroides maiores, como o 99942 Apophis, que passará a 32.000 quilômetros da Terra em abril de 2029, sem risco de impacto.
A NASA confirmou que o asteroide 2025 OW, com dimensões semelhantes à Torre de Pisa, passará a 632.000 km da Terra nesta segunda-feira. O corpo celeste, que se desloca a uma velocidade de 75.639 km/h, é considerado um evento rotineiro, com risco baixo de colisão. Ian J. O’Neill, especialista do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), destacou que eventos como esse são comuns e que, se houvesse uma ameaça real, a agência informaria ao público.
Além do 2025 OW, a NASA está monitorando outros quatro asteroides que se aproximarão da Terra nos próximos dias. Embora o risco imediato seja considerado baixo, a agência alertou sobre a possibilidade de corpos maiores, que podem passar despercebidos devido à luminosidade do Sol, criando um “ponto cego” para os telescópios. Um dos asteroides que mais preocupa os especialistas é o 99942 Apophis, que, com cerca de 333 metros, pode causar destruição em caso de impacto. No entanto, a NASA estima que ele passará a 32.000 km da Terra em abril de 2029, sem risco de colisão.
Monitoramento e Desvios
A NASA não se limita apenas à observação de asteroides. Em 2022, a missão DART (Double Asteroid Redirection Test) conseguiu desviar a órbita de Dimorphos, um asteroide de aproximadamente 160 metros, através de uma colisão controlada. Apesar do sucesso, a intensidade do impacto revelou que fatores dinâmicos imprevistos podem influenciar o resultado de futuras tentativas de desvio. Tony Farnham, astrônomo da Universidade de Maryland, ressaltou a importância de considerar essas variáveis em missões futuras.
A agência espacial continua a monitorar o espaço com atenção, garantindo que a população esteja informada sobre possíveis riscos e as medidas que estão sendo tomadas para proteger o planeta.
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