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Foguete australiano desaba 14 segundos após lançamento; assista ao vídeo do acidente

Gilmour Space analisa dados do foguete Eris após falha no lançamento, buscando aprimorar tecnologia espacial australiana e impulsionar a indústria local

Foguete Eris permaneceu 14 segundos no ar antes de voltar ao solo (Foto: Gilmour Space/Divulgação)
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  • O foguete Eris, da Gilmour Space, foi lançado em 30 de setembro a partir do Bowen Orbital Spaceport, em Queensland, Austrália.
  • O foguete, com 23 metros de altura e 30 toneladas, caiu 14 segundos após a decolagem.
  • Apesar da falha, a Gilmour Space considera o evento um avanço para a indústria espacial australiana.
  • O governo australiano investiu R$ 5 milhões no projeto, visando impulsionar o setor e gerar novas oportunidades de emprego.
  • A equipe da Gilmour Space analisa os dados do voo para entender a causa da falha e planeja um novo lançamento em seis a oito meses.

O foguete Eris, desenvolvido pela Gilmour Space, foi lançado em 30 de setembro a partir do Bowen Orbital Spaceport, em Queensland, Austrália. O modelo, que tem 23 metros de altura e pesa 30 toneladas, caiu apenas 14 segundos após a decolagem. Apesar da falha, a empresa considera o evento um avanço significativo para a indústria espacial australiana.

A Gilmour Space, que visa oferecer lançamentos de pequenos satélites a um custo reduzido, destacou que o foguete foi em grande parte projetado e construído na Austrália, com um orçamento muito menor do que o de empresas de lançamento globais. O CEO Adam Gilmour afirmou que passar pela torre de lançamento foi um marco importante, demonstrando a capacidade do país em desenvolver tecnologia espacial localmente.

O governo australiano investiu 5 milhões de dólares no projeto através do Programa de Crescimento Industrial. O Ministro da Indústria e Inovação, Tim Ayres, comentou que as lições aprendidas com o lançamento irão impulsionar a Gilmour e o ecossistema espacial, criando novas oportunidades de emprego e crescimento econômico.

Os dados iniciais indicam que a ignição, decolagem e propulsão do primeiro estágio funcionaram corretamente até a anomalia. A equipe da Gilmour Space está agora analisando os dados do voo, conhecido como TestFlight 1, para entender a causa da falha e aplicar as lições aprendidas no próximo veículo, que já está em produção. O próximo lançamento está previsto para ocorrer em 6 a 8 meses.

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