- Sara Nadal-Melsió foi demitida do programa de estudos independentes do Whitney em junho após protestar contra o cancelamento de uma performance em apoio à Palestina.
- A demissão ocorreu após o diretor do museu, Scott Rothkopf, anunciar a suspensão do programa, que já enfrentava críticas.
- Nadal-Melsió afirmou que sua demissão reflete uma falta de diálogo e uma cultura corporativa opressiva no Whitney.
- Ela destacou problemas como a precariedade dos direitos dos trabalhadores e a misoginia institucional, pedindo mais transparência nas instituições culturais.
- Em outro contexto, o mercado de fósseis de dinossauros está em alta, com vendas recordes gerando debates éticos sobre a propriedade e o acesso científico.
Sara Nadal-Melsió, ex-associada do programa de estudos independentes do Whitney, foi demitida em junho após protestar contra o cancelamento de uma performance em apoio à Palestina. A decisão ocorreu logo após o diretor do museu, Scott Rothkopf, anunciar a suspensão do programa, que já enfrentava críticas.
Nadal-Melsió expressou sua indignação em um artigo, afirmando que sua demissão e a pausa do programa refletem uma falta de diálogo e uma cultura corporativa opressiva no Whitney. Ela destacou que esses eventos são parte de uma tendência de desconsideração e falta de clareza sobre o futuro do programa, que inclui a demissão do ex-diretor Gregg Bordowitz.
Essas ações, segundo Nadal-Melsió, evidenciam uma recusa em engajar-se em discussões significativas, além de expor problemas como a precariedade dos direitos dos trabalhadores e a misoginia institucional. A artista descreveu sua experiência como dolorosa, ressaltando a necessidade de transparência nas instituições culturais.
Mercado de Fósseis em Alta
Paralelamente, o mercado de fósseis de dinossauros está em ascensão, com vendas recordes gerando debates éticos sobre propriedade e acesso científico. Um juvenil Ceratosaurus foi vendido por 30,5 milhões de dólares, cinco vezes o valor estimado. O interesse por fósseis, especialmente entre colecionadores e celebridades, está crescendo.
A venda de fósseis, que atrai tanto colecionadores privados quanto instituições, levanta questões sobre a origem e a ética na aquisição desses itens. Figuras como Leonardo DiCaprio e Nicolas Cage estão entre os compradores, refletindo uma fascinação global por esses vestígios do passado. O aumento da demanda por fósseis bem preservados e verificados indica que o apelo dos dinossauros permanece forte, atraindo novos investidores e despertando discussões sobre a responsabilidade na preservação científica.
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