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Nvidia responde a acusações da China sobre riscos de segurança em chips H20

Nvidia nega acusações de insegurança em chips H20 e busca expandir vendas na China, apesar de tensões com os EUA sobre exportações.

Ilustração fotográfica do chip H20 da Nvidia. (Foto: Vcg | Visual China Group | Getty Images)
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  • A Nvidia negou alegações da mídia estatal chinesa sobre seus chips H20 serem inseguros e não avançados.
  • A empresa afirmou que não há “backdoors” ou “kill switches” em seus produtos, destacando a cibersegurança.
  • Um artigo da CCTV criticou os chips H20, mas a Nvidia reafirmou a segurança de seus produtos.
  • As tensões entre os EUA e a China sobre exportação de semicondutores aumentaram, mesmo com a retomada das vendas do chip H20.
  • O CEO da Nvidia, Jensen Huang, defende a flexibilização das políticas de exportação, ressaltando a importância da empresa no mercado global de tecnologia.

A Nvidia se posicionou contra alegações da mídia estatal chinesa que afirmam que seus chips H20 representam um risco à segurança nacional da China. A empresa negou a existência de “backdoors” e “kill switches” em seus produtos, enfatizando a importância da cibersegurança.

Recentemente, um artigo da conta Yuyuan Tantian, ligada à CCTV, criticou os chips H20, afirmando que não são tecnologicamente avançados nem ambientalmente sustentáveis. A Nvidia, por sua vez, reafirmou que seus chips não possuem funcionalidades que permitiriam o controle remoto ou desativação.

As tensões entre os EUA e a China sobre o controle de exportação de semicondutores aumentaram, mesmo após a Nvidia retomar as vendas de seu chip H20. Este modelo, considerado menos avançado que os chips H100 e B100, foi desenvolvido para o mercado chinês após restrições de exportação impostas no final de 2023.

A Nvidia já havia enfrentado desafios significativos, incluindo um prejuízo de 4,5 bilhões de dólares em seu estoque não vendido de chips H20. A empresa alertou que suas projeções financeiras para o trimestre de julho poderiam ter sido 8 bilhões de dólares mais altas sem as restrições de exportação.

O CEO Jensen Huang tem defendido a flexibilização das políticas de exportação, argumentando que a presença de chips Nvidia no mercado global é benéfica para a liderança dos EUA em tecnologia de inteligência artificial. A China continua sendo um dos maiores mercados da Nvidia, e a empresa busca aumentar suas vendas de chips mais avançados no país.

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