- A IUCN declarou oficialmente extinta a espécie slender-billed curlew (Numenius tenuirostris), marking a primeiro registro de extinção global de uma ave na Europa continental, África do Norte ou Ásia Ocidental.
- A última foto conhecida foi tirada em fevereiro de 1995 em Merja Zerga, no litoral atlântico do Marrocos.
- Um estudo de 2024 aponta que a extinção provavelmente ocorreu na metade dos anos noventa.
- Em 1995, a espécie já era considerada prioritária pela AEWA, no grupo de 255 aves aquáticas migratórias.
- O curlew de bico fino, que se reproduz na Sibéria e na estepe do Cazaquistão e migra para Europa, Norte da África e Oriente Médio, enfrentava declínio desde 1912.
O IUCN confirmou a extinção oficial do curto-curleu-de-ponta-fina, um mergulhão migratório. A decisão encerra décadas de incerteza sobre a espécie Numenius tenuirostris, associada a registros raros desde meados dos anos 1990.
A confirmação envolveu a União Internacional para Conservação da Natureza, a CMS e a AEWA, que destacam a importância de frentes de proteção a espécies migratórias. Pesquisadores apontam que o declínio ocorreu ao longo de várias décadas.
O último registro fotográfico confiável ocorreu em fevereiro de 1995, no litoral atlântico do Marrocos, o que indica a possível extinção na metade da década de 1990. A área de distribuição histórica compreendia a Europa, África do Norte e o Oriente Médio.
Extinção confirmada
Estudos publicados em 2024 sugerem que a espécie ficou localmente comum no passado, mas entrou em declínio já na década de 1910. A tendência levou à possível extinção entre os anos 1990 e o meio da década seguinte.
Segundo pesquisadores, a extinção representa o primeiro registro global para a Europa continental, África do Norte e Ásia ocidental. A confirmação reforça o apelo por ações rápidas de conservação para aves migratórias.
Profissionais ligados à conservação destacam que a perda ressalta falhas em políticas, financiamento e implementação de medidas baseadas em ciência. A notícia também alerta para riscos maiores de espécies migratórias no planeta.
A AEWA ressaltou a importância de estruturas legais, cooperação internacional e monitoramento contínuo para evitar novas perdas. A instituição afirma que o caso serve de alerta para governos e sociedade civil.
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