- O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES), lançou o Censo Nacional da Rede de Oncologia do SUS 2025 para CACONs e UNACONs.
- O objetivo é subsidiar o planejamento, a qualificação e o fortalecimento da política nacional de atenção ao câncer, mapeando condições estruturais, assistenciais e operacionais.
- O censo foi desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), via NESCON/UFMG, com suporte técnico para monitoramento e análise dos dados.
- O levantamento será realizado por meio de questionário online na plataforma KoboToolbox, com envio de dados até o dia 20 de dezembro e coleta em dados agregados, sem identificação.
- A participação das unidades é essencial para construir um panorama nacional robusto e fortalecer a Rede de Atenção Oncológica do SUS, observando a LGPD.
O Ministério da Saúde lançou o Censo Nacional da Rede de Oncologia do SUS 2025, destinado aos CACONs e UNACONs. A iniciativa busca subsidiar o planejamento, a qualificação e o fortalecimento da política de atenção ao câncer no país.
Desenvolvido em parceria com a UFMG, por meio do NESCON/UFMG, o censo terá apoio técnico para monitoramento e análise dos dados. A atuação conjunta assegura qualidade, padronização e rigor metodológico ao processo.
O questionário será online, via KoboToolbox, com preenchimento remoto e padronizado. Cada unidade deve indicar um ponto focal para envio das informações até 20 de dezembro. Os dados serão agregados e protegidos pela LGPD.
Metodologia e finalidade
A coleta utiliza um questionário estruturado em KoboToolbox, com envio por parte das unidades. Os dados serão analisados de forma agregada e sem identificação individual, para embasar decisões estratégicas do SUS.
Segundo o Secretário da Atenção Especializada à Saúde, Mozart Sales, o Censo mapeia a realidade das unidades oncológicas para orientar políticas públicas de prevenção, diagnóstico e tratamento. As informações fortalecem a rede de atenção oncológica e o planejamento nacional.
Participação e confidencialidade são enfatizadas pelo Ministério, que ressalta o uso técnico dos dados e a proteção das instituições envolvidas. Patrícia Coelho, do Ministério da Saúde, coordena as ações e comunica os prazos aos profissionais das unidades.
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