- O estudo usa modelos da camada de gelo da Antártica, áreas terrestres e clima global para entender as interações do derretimento com o nível do mar e o clima.
- Em cenário moderado, o derretimento antártico elevaria o nível do mar em cerca de 0,1 metro até 2100 e mais de 1 metro até 2200; o aumento global, incluindo Groenlândia e expansão térmica, ficaria entre 0,32 e 0,63 metro até 2100.
- O mesmo cenário moderado aponta que o derretimento antártico pode chegar a até ~1,5 metro até 2200, com maior elevação nas bacias Índico, Pacífico e Atlântico Ocidental.
- Em cenários de emissões altas, o aumento médio até 2100 seria de ~0,3 metro e próximo de 3 metros até 2200, com picos de até 4,3 metros em regiões específicas.
- O estudo destaca o papel de repique da crosta e de resfriamento superficial oceânico que retardam o aquecimento, além de impactos desiguais para países insulares e costeiros.
O derretimento das calotas polares eleva o nível do mar e pode alterar correntes oceânicas, influenciando temperaturas globais. Um estudo recente usa modelos da Antártica, áreas terrestres e clima global para entender essas interações e os impactos regionais.
Em cenários moderados, o aumento médio do nível do mar causado apenas pelo derretimento antártico fica entre 0,1 m até 2100 e mais de 1 m até 2200. A soma global, incluindo Groenlândia e expansão térmica, fica entre 0,32 m e 0,63 m até 2100.
O derretimento da Antártica pode elevar o nível em até cerca de 1,5 m até 2200, com maiores pressões nas bacias Índico, Pacífico e Atlântico Ocidental. Em cenários de emissões altas, o aumento médio até 2100 fica em ~0,3 m, chegando perto de 3 m até 2200, com picos em regiões específicas.
O estudo destaca ainda o papel do repique da crosta, devido ao peso diminuído da água, e efeitos de resfriamento superficial oceânico que retardam o aquecimento. Impactos são desiguais para países insulares e costeiros, especialmente aqueles com vulnerabilidade elevada.
Resultados mostram variações regionais do nível do mar. Em cenários moderados, o maior aumento a partir do derretimento antártico ocorre nas regiões distantes da Antártica, como Índico, Pacífico e Atlântico Ocidental, potencializando riscos para populações costeiras. Em cenários de emissões altas, áreas próximas ao Pacífico e ao Atlântico podem registrar elevações ainda mais expressivas.
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