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Chip em estudo restaura visão em degeneração causada pela idade

Microchip sob a retina com óculos conectados devolve leitura em DMRI avançada; 81% melhoraram após 12 meses, estudo no NEJM

(Andriy Onufriyenko/Getty Images)
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  • Estudo internacional com cinco países mostrou que microchip implantado sob a retina, aliado a óculos inteligentes conectados, pode devolver parte da visão em DMRI avançada.
  • 81% dos voluntários registraram melhoria na leitura após 12 meses de acompanhamento.
  • A pesquisa foi publicada no The New England Journal of Medicine no final de outubro; ainda não está disponível ao público.
  • O funcionamento envolve a conexão entre o microchip e os óculos para decodificar estímulos luminosos sem depender das células danificadas pela doença.
  • Especialistas apontam o avanço como significativo para a oftalmologia, ainda que o implante não esteja disponível para pacientes no momento.

O que aconteceu: uma nova abordagem combina um microchip implantado sob a retina com óculos inteligentes conectados, visando restaurar parte da visão em pessoas com DMRI avançada. O estudo indica melhora na leitura.

Quem está envolvido: pesquisadores de cinco países conduziram a pesquisa, com a participação de voluntários acometidos pela doença. Os dispositivos usados foram projetados para decodificar estímulos luminosos de forma indireta.

Quando e onde: o estudo foi publicado no The New England Journal of Medicine no final de outubro. Os resultados refletem 12 meses de acompanhamento dos voluntários.

Por quê: a DMRI afeta a leitura e a visão, com ganhos limitados em pesquisas anteriores. A combinação tecnológica busca contornar células danificadas pela doença, recuperando parte da função visual.

Resultados do estudo e implicações

81% dos voluntários apresentaram melhoria na capacidade de leitura após 12 meses, segundo a publicação. A conexão entre microchip e óculos permitiu decodificar sinais visuais com menor dependência das células afetadas.

O estudo ainda não está disponível ao público. especialistas destacam que, apesar do avanço, não há acesso imediato para pacientes, e novos testes podem ser necessários antes da aprovação clínica.

Segundo o oftalmologista Diego Monteiro Verginassi, do Einstein Hospital Israelita, o avanço representa progresso relevante na área, mantendo a expectativa de futuras aplicações clínicas.

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