- O foguete HANBIT-Nano, da empresa sul-coreana Innospace, explodiu minutos após decolar da Base de Alcântara, no Maranhão, na noite de segunda-feira (22; 22h13).
- O veículo, unmanned, levaria satélites para colocação em órbita, incluindo oito cargas úteis (cinco satélites menores e três dispositivos experimentais do Brasil e da Índia).
- Segundo a Força Aérea Brasileira, houve uma “anomalia que o fez colidir com o solo”; FAB e Corpo de Bombeiros foram acionados para analisar os destroços.
- A Innospace trabalha para identificar a causa da falha; o lançamento havia sido adiado diversas vezes, com mudanças de datas anteriores.
- O HANBIT-Nano tinha 21,8 metros de comprimento e pesava 20 toneladas.
O foguete HANBIT-Nano, da empresa sul-coreana Innospace, explodiu minutos após decolar da Base Aérea de Alcântara, no Maranhão, na noite desta segunda-feira (22). O veículo, que não era tripulado, sofreu uma falha que o fez colidir com o solo, segundo a Força Aérea Brasileira (FAB).
O lançamento, que ocorreu às 22h13, fazia parte de uma missão comercial. A FAB confirmou a presença de uma equipe de busca e resgate ao local, para avaliar os destroços, em conjunto com o Corpo de Bombeiros. A Innospace também trabalha para identificar a causa da falha.
O HANBIT-Nano tinha 21,8 metros de comprimento e peso de 20 toneladas. A missão previa levar satélites para colocação em órbita, além de oito cargas úteis: cinco pequenos satélites e três dispositivos experimentais desenvolvidos pelo Brasil e pela Índia.
Detalhes do veículo e das cargas
O foguete tinha sido alvo de adiamentos antes do lançamento. Inicialmente previsto para novembro, o voo foi reagendado para 17 de dezembro, depois para 19 de dezembro e, por fim, para 22 de dezembro. A aeronave decolou sem tripulação na Base de Alcântara, em solo brasileiro.
A missão envolvia a colocação de satélites na órbita terrestre. Entre as cargas úteis estavam cinco satélites menores e três dispositivos experimentais, desenvolvidos conjuntamente por equipes do Brasil e da Índia. A investigação sobre as causas da falha segue em andamento pela Innospace, com apoio das autoridades brasileiras.
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