- Em 2025, a implantação de carregadores no Reino Unido desacelerou, chegando a 87.200 pontos no fim de novembro, aumento de 13.500 em relação ao fim de 2024.
- Esse foi o menor número de novas tomadas desde 2022, com o crescimento anual projetado em menos de vinte por cento.
- Os carros elétricos responderam por 23% das vendas britânicas nos primeiros onze meses de 2025, ante 19% no mesmo periodo do ano anterior, mas o ritmo não atendeu às expectativas.
- fabricantes persuadiram o governo a afrouxar as metas de venda de EVs; já foi anunciada uma taxa de 3 pence por milha para veículos elétricos a partir de 2028.
- Analistas e entidades do setor apontam atrasos em licitações Levi, custos crescentes e dificuldades de conexão à rede como entraves ao ritmo de expansão.
O ritmo da instalação de carregadores públicos para veículos elétricos no Reino Unido desacelerou em 2025. Ao fim de novembro, havia 87.200 pontos instalados, aumento de 13.500 desde o fim de 2024, segundo dados da Zapmap. O crescimento ficou abaixo de 20%.
Essa evolução marca a menor quantidade de novas unidades desde 2022 e sinaliza um freio no impulso do setor, em linha com o ritmo mais lento das vendas de EVs e a necessidade de investimentos estáveis em infraestrutura.
Os elétricos seguem ganhando participação nas vendas, representando 23% dos veículos vendidos nos 11 meses de 2025, ante 19% no mesmo período de 2024. Mesmo assim, o ritmo de expansão não atingiu as projeções anteriores.
Carmakers convenceram o governo a afrouxar metas de venda de EVs, mesmo após alertas de que queda no volume poderia reduzir investimentos em infraestrutura de recarga. A instabilidade regulatória também já preocupa investidores.
Analistas divergem: embora a oferta de recarga pública em todo o país permaneça acima da demanda, o foco está nos carregadores rápidos em trechos rodoviários. A velocidade de implantação depende de licitações e conexões à rede elétrica.
Outros pontos apontados dizem respeito a custos crescentes para operadores de pontos de carga e a atrasos em fundos locais de Levi. Especialistas ressaltam que o andamento pode melhorar a partir de 2026 com novas liberações de recursos.
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