Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Extinção declarada em 2025: espécies que perdemos

Em 2025, a IUCN confirma a extinção de espécies, incluindo o curlew de bico delgado, o musaranho da Ilha Christmas e três bandicoots australianos

Illustration of a slender-billed curlew by Elizabeth Gould & Edward Lear via Wikimedia Commons (Public domain).
0:00
Carregando...
0:00
  • Em 2025, várias espécies foram oficialmente classificadas como extintas na Lista Vermelha da IUCN, o principal registro global de status de conservação.
  • O mergulhador-curlew de bico fino (Numenius tenuirostris) teve a última foto em 1995, e avaliações recentesconfirmaram a extinção.
  • O musaranho de Christmas Island (Crocidura trichura) teve apenas quatro registros confirmados no século XX, com extinção associada à perda de habitat e parasitas transmitidos por ratos.
  • Três bandicoots australianos foram declarados extintos: marl (Perameles myosuros), bandicoot listrado do sudeste (Perameles notina) e bandicoot da Nullarbor (Perameles papillon).
  • Plantas e moluscos também foram apontados como extintos: Diospyros angulata, Delissea sinuata e Conus lugubris.

O IUCN reduziu a lista de espécies em 2025, declarando extinção oficial de várias famílias. A atualização confirma o status de várias espécies como diferentes grupos já não existem na natureza ou em cultivo. A confirmação vem de avaliações recentes do órgão internacional de conservação.

O cur raw Slender-billed curlew teve sua última foto em 1995, no litoral atlântico de Marrocos. A espécie, que migrava entre Sibéria, Kazakh Steppe e regiões da Europa, África do Norte e Oriente Médio, já não foi avistada desde então.

O estudo aponta que a extinção do pássaro foi verificada após avaliações recentes terem confirmado a ausência de indivíduos na natureza. Pesquisadores ressaltam que o tempo gasto observando o declínio pode ter prejudicado a obtenção de soluções rápidas.

Christmas Island shrew, pequeno mamífero de Christmas Island, na Austrália, foi declarado extinto. Registros confirmados somam apenas quatro ocorrências entre 1958, 1984 e 1985. Parentesco com espécies de ratos introduzidos pode ter contribuído para o declínio.

Parentes próximos, três espécies de bandicoot australianos — marl, southeastern striped bandicoot e Nullarbor barred bandicoot — também aparecem na lista de extinção. As últimas avaliações datam de 2022, com impactos atribuídos à perda de hábitat e à presença de gatos ferais.

Entre as plantas, Diospyros angulata, árvore grande de Maurício, é conhecida por apenas duas coletas de herbário. A última confirmação de indivíduos na natureza ou cultivo foi em 1981, segundo a avaliação do IUCN Red List.

Delissea sinuata, planta nativa de O‘ahu, no Havaí, foi avistada pela última vez em 1937. Pesquisas subsequentes não localizaram exemplares vivos ou cultivados, levando à conclusão de extinção.

Conus lugubris, um ouriço-do-mar-cone encontrado em Cape Verde, não foi observado desde 1987, com a degradação de habitat costeiro como fator associado à extinção provável. A espécie era abundante em parte limitada do arquipélago.

A atual lista reforça a necessidade de monitoramento contínuo de espécies em risco. As mudanças destacam os efeitos da perda de habitat, introdução de espécies e alterações climáticas sobre a biodiversidade global.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais