- Em 2025, estudo da Organização Internacional de Pesquisas do Cérebro (IBRO) mostrou que assistir a shows ao vivo gera respostas emocionais e fisiológicas maiores que ver vídeo, com maior condutância da pele.
- O EEG indicou menor excitação entre quem assiste ao vivo, sugerindo absorção cognitiva mais profunda, e houve correlação entre tempo de tela e engajamento emocional.
- Pesquisas anteriores mostram que intervenções musicais, ao vivo ou gravadas, reduzem a ansiedade e melhoram a qualidade de vida de pacientes em quimioterapia, sem impacto significativo na depressão.
- Estudos italianos e espanhóis indicam que shows ao vivo reduziram a ansiedade em pacientes com câncer e atenuaram ansiedade e depressão em pacientes em hemodiálise.
- Um estudo de 2018 associou frequentar shows a cada quinze dias a maior expectativa de vida, com ganhos em bem-estar, autoestima e estimulação mental, though não revisado por pares.
Em 2025, um estudo da Organização Internacional de Pesquisas do Cérebro (IBRO) avaliou a experiência de assistir a shows ao vivo versus assistir a vídeos. A pesquisa mediu respostas emocionais e fisiológicas de participantes expostos aos dois formatos.
Os resultados indicaram que quem viu o show ao vivo apresentou maior resposta emocional e fisiológica. A condutância da pele aumentou, indicando maior excitação, enquanto o EEG mostrou menor nível de excitação, sugerindo absorção cognitiva mais profunda durante a apresentação.
Foi observada ainda uma correlação entre o tempo de tela e o engajamento emocional. Ou seja, passar mais tempo olhando para telas pode reduzir a sensibilidade a uma apresentação ao vivo.
Dados sobre saúde mental e qualidade de vida
Estudos anteriores indicam efeitos positivos da música ao vivo. Em quimioterapia, intervenções musicais mostraram redução de ansiedade e melhoria da qualidade de vida, com variação conforme o tipo de intervenção.
Pesquisa italiana de 2017 revelou queda de ansiedade em pacientes oncológicos durante shows ao vivo. Já estudo espanhol de 2024 verificou redução de ansiedade e depressão em pacientes em hemodiálise.
Perspectivas de longo prazo
Em 2018, um estudo associou frequência a shows a maior expectativa de vida, porém sem publicação revisada por pares. Ainda assim, os pesquisadores relataram melhorias em marcadores como autoestima, bem-estar e uso de energia durante atividades diárias.
A pesquisa indicou que assistir a shows ao vivo de forma regular elevou índices de bem-estar. Entre os aspectos mais impactados, houve aumento de autocontrole, sentimento de proximidade social e estimulação mental.
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