- Fim de maio começaram as massas de ar polar intensas, antecipando um ano com frio persistente, especialmente no Sul e no Sudeste.
- Em junho, o Rio Grande do Sul teve acumulados de chuva superiores a 300 mm, com picos próximos de 400 mm em alguns municípios.
- Em 20 de outubro, São Paulo registrou 11,2°C, a menor temperatura para outubro em onze anos.
- Julho e setembro reuniram ventanias fortes no litoral paulista e na capital, com rajadas próximas ou acima de 100 km/h.
- Dezembro extraciclone ocorreu no Sul e Sudeste, com ventania e tornados; Congonhas alcançou 96,3 km/h em 10 de dezembro, a maior rajada em ambiente seco desde 1963.
Em 2025, o Brasil viveu um ano de extremos climáticos que colocaram o clima como fator estratégico de planejamento. Frio intenso, ventos fortes, chuvas recordes, tornados e calor extremo marcaram a retrospectiva da temporada.
Especialistas da Climatempo destacam que o frio chegou cedo e permaneceu, principalmente no Sul e Sudeste, com agosto apresentando temperaturas bem abaixo da média. Eventos de vento forte também se destacaram, impactando diversas regiões.
Ao longo do ano, episódios extremos se sucederam, com registros de tornados, granizo e microclimas atípicos. Em dezembro, um ciclone extratropical provocou ventania e danos no Sul e Sudeste, acompanhados de interrupções de energia e quedas de árvores.
Destaques climáticos de 2025
- Fim de maio marcou o início das primeiras massas de ar polar intensas, antecipando o frio.
- Junho concentrou chuvas extremas no Rio Grande do Sul, com acumulados acima de 300 mm.
- Agosto teve temperaturas abaixo da média em grande parte do país, consolidando o ano como frio extremo.
- 20 de outubro: São Paulo registra 11,2°C, o menor para outubro em 11 anos.
- Julho e setembro registraram rajadas de vento acima de 100 km/h no litoral paulista e na capital.
- Novembro trouxe tornado F4 em Rio Bonito do Iguaçu (PR), com atuação de supercélulas em apoio à Defesa Civil.
- Dezembro confirmou circulação de ciclone extratropical, com ventania relevante e danos no Sul e Sudeste.
- 10 de dezembro: Congonhas registra 96,3 km/h, a rajada mais forte em ambiente seco desde 1963.
- 28 de dezembro acabou com calor extremo: 37,2°C em São Paulo, recorde histórico para o mês.
As consequências envolveram infraestrutura, energia, transportes e serviços públicos. Chuva intensa em junho provocou alagamentos, enquanto ventos e quedas de árvores prejudicaram serviços urbanos. Analistas ressaltam que o clima continua influenciando decisões de planejamento e gestão de riscos.
Especialistas ressaltam a importância de monitoramento contínuo e de informações meteorológicas qualificada para reduzir impactos. O ano de 2025 reforça a necessidade de resiliência das cidades, empresas e serviços públicos frente a extremos cada vez mais frequentes.
Para acompanhar previsões atualizadas e alertas, as autoridades recomendam acompanhar os serviços oficiais de previsão do tempo. Fontes consultadas incluem dados da Climatempo, que registrou e analisou os principais eventos da temporada.
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