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Saúde abre consulta pública sobre novo teste para infecção fúngica grave

Consulta pública avalia inclusão de teste imunoenzimático para aspergilose invasiva no SUS, com coleta simples e diagnóstico rápido, até 2 de fevereiro de 2026

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  • Consulta pública, conduzida pela Conitec, está aberta para avaliar a inclusão no SUS de um teste imunoenzimático para detectar aspergilose invasiva, com prazo até 2 de fevereiro de 2026.
  • O objetivo é identificar rapidamente o fungo Aspergillus em pessoas imunocomprometidas, com coleta minimamente invasiva e maior velocidade e precisão do que o método de cultura.
  • O novo teste pode iniciar o tratamento mais cedo e reduzir o uso de medicamentos inadequados, evitando efeitos colaterais e resistência.
  • A aspergilose invasiva é uma doença grave, com alta mortalidade, que afeta principalmente transplantados e pacientes com câncer no sangue.
  • A Conitec teve parecer inicial favorável, destacando facilidade de uso em hospitais, custo adequado e maior efetividade.

O Ministério da Saúde abriu uma consulta pública para avaliar a inclusão no SUS de um novo exame para detectar a aspergilose invasiva, infecção fúngica grave. A iniciativa é gerida pela Conitec, com inscrição aberta até 2 de fevereiro de 2026.

O teste proposto é de imunoensaio, que busca identificar rapidamente o fungo Aspergillus no organismo de pacientes imunocomprometidos. A coleta é minimamente invasiva, visando maior agilidade e precisão no diagnóstico.

A aspergilose invasiva ocorre quando o fungo atinge órgãos como pulmões e cérebro, principalmente em pessoas que passaram por transplantes ou tratam cânceres no sangue. A doença apresenta alta mortalidade e requer diagnóstico precoce para tratamento adequado.

Consulta pública e impactos

A Conitec apresentou parecer inicial favorável à oferta do teste, destacando facilidade de uso em hospitais, custo adequado e maior efetividade. A coordenadora-geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias Não Tuberculosas do Ministério, Fernanda Dockhorn, apontou benefício para pacientes vulneráveis ao acelerar o início do tratamento.

A iniciativa busca esclarecer, com base em evidências, a viabilidade da incorporação do exame no SUS, visando reduzir resultados falsos negativos e minimizar procedimentos invasivos. A participação pública permanece aberta até o prazo informado.

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