- Em 2024, foram registradas 79.616 descobertas arqueológicas pelo público, com 1.540 consideradas “tesouro” pela Treasure Act de 1996, segundo o British Museum.
- Detectoristas de metais respondem por 94% das descobertas registradas, segundo o BM.
- Norfolk concentrou mais de 7.000 itens encontrados; North Yorkshire teve o maior número de achados de tesouros, com 109.
- Entre as achados, houve uma hoard de 179 pennies de prata, possivelmente enterrados por volta da Batalha de Hastings (1066), e um encaixe de veículo romano de cobre, datado entre AD quarenta e três e Duzentos, encontrado em Essex.
- Todas as descobertas são registradas pelo Portable Antiquities Scheme (PAS), que disponibiliza os dados no banco de dados online gerido pelo BM em parceria com Amgueddfa Cymru-National Museum Wales.
Em 2024, o Reino Unido registrou um ano recorde de descobertas arqueológicas feitas pela população, segundo o British Museum (BM). Ao todo, 79.616 achados foram documentados, sendo 1.540 classificados como tesouro, conforme o Treasure Act de 1996.
Segundo o BM, as detecções com detector de metal foram responsáveis por 94% das descobertas registradas. Norfolk concentrou mais de 7.000 itens encontrados, enquanto North Yorkshire teve o maior número de descobertas classificadas como tesouro (109).
Descobertas e o PAS
Todas as descobertas são cadastradas no Portable Antiquities Scheme (PAS), um projeto que registra objetos arqueológicos encontrados por cidadãos na Inglaterra e no País de Gales. O PAS é gerido pelo British Museum em parceria com o Amgueddfa Cymru-National Museum Wales, com disponibilização pública em um banco de dados online.
Entre as peças-chave deste ano, destaca-se um acervo de 179 moedas de prata, possivelmente enterrado no fim do reinado de Harold II, por volta de 1066, próximo à época da invasão norueguesa liderada por Harald Hardrada. Também foi registrado um acessório romano de veículo de bronze, provavelmente ligado a carroça ou a fim de animais, datado entre AD 43 e 200.
Observações oficiais
O diretor do British Museum afirma que a instituição tem orgulho de seu papel na gestão do PAS e do processo de tesouros. Juntas, as iniciativas ajudam a preservar, estudar e tornar acessíveis ao público as descobertas feitas pela população.
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