- Mayra Calvette, parteira de Gisele Bündchen, concedeu entrevista exclusiva à Quem sobre o “ultrassom natural”, prática ancestral feita sem aparelhos.
- A técnica, criada pela parteira Naolí Vinaver em 1992, combina toque consciente, observação do corpo e arte para detectar aspectos da gestação sem ultrassom médico.
- Durante a sessão, a gestante recebe pintura na barriga para traduzir o que foi sentido, em ambiente acolhedor e com recursos como respiração e música suave.
- A partir de cerca de trinta semanas, é possível ouvir os batimentos do bebê colocando o ouvido na barriga, conforme Mayra.
- A prática não substitui o ultrassom médico e deve ser realizada por profissionais, servindo como complemento emocional e de conexão entre mãe e bebê.
A parteira Mayra Calvette, ligada à gestação de Gisele Bündchen, revelou em entrevista exclusiva à Quem a prática conhecida como ultrassom natural. A técnica ganhou atenção após a foto da barriga pintada da modelo, na reta final da gravidez.
Mayra explica que o ultrassom natural foi criado pela parteira Naolí Vinaver, em 1992. A prática não usa equipamentos; é feita com toque consciente, observação e escuta do corpo da mulher, aliadas a técnica e sensibilidade.
Segundo a profissional, quando realizada por parteiras, enfermeiras obstétricas ou médicos, a leitura corporal tende a ser mais precisa. Com as mãos, é possível identificar posição do bebê, movimentos e fluidos amnióticos.
A prática envolve um ambiente tranquilo, respiração consciente, conversa, música suave ou meditação. A pintura que acompanha o momento utiliza materiais atóxicos e hipoalergênicos, feitos para pele.
No caso de Gisele, Mayra realiza a pintura em cerca de 20 minutos, com o contorno do bebê ganhando forma na barriga. A artista também orienta familiares a participarem, fortalecendo a ligação com a gestação.
O ultrassom natural é visto como complemento emocional e educativo ao pré-natal tradicional. A técnica não substitui exames médicos, que devem ocorrer conforme indicação profissional.
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