- A Baixada Santista concentra o maior número de praias impróprias para banho, com São Vicente, Santos e Praia Grande apresentando a maioria das ocorrências.
- Em São Vicente, três das seis praias estão impróprias; em Santos, são quatro de sete; em Praia Grande, cinco de doze. Guarujá tem duas de sete e Itanhaém uma de doze.
- No Litoral Norte, há uma praia imprópria em São Sebastião, duas em Caraguatatuba, três em Ilhabela e três em Ubatuba, entre as 105 praias monitoradas.
- No conjunto do estado, 151 praias são próprias para banho no boletim mais recente.
- A avaliação foca na presença de Enterococos; praia é considerada imprópria quando duas ou mais amostras nas últimas cinco semanas passam de 100 por 100 mililitros, ou se a última coleta ultrapassa 400 por 100 mililitros, com orientação de evitar banho por 24 horas após fortes chuvas.
A Baixada Santista concentra a maioria das praias com balneabilidade imprópria neste boletim semanal da CETESB. Em São Vicente, Santos e Praia Grande, três de seis, quatro de sete e cinco de doze praias, respectivamente, não são próprias para banho.
No total, o estado tem 15 praias impróprias na Baixada Santista e outras nove no Litoral Norte. As informações vêm do boletim de balneabilidade, que monitora 105 praias na região norte e sul do estado.
A CETESB explica que o problema decorre de condições sanitárias inadequadas e da capacidade de tratamento de esgoto durante o verão, quando o fluxo de turistas aumenta. O monitoramento é essencial para orientar a população e a gestão pública.
Balneabilidade por região
No Litoral Norte, São Sebastião tem uma praia imprópria; Caraguatatuba, Ilhabela e Ubatuba apresentam três praias cada uma nessas condições entre as 105 monitoradas.
A presença de Enterococos, bactérias que indicam esgoto, serve como marcador. Dois ou mais registros nas últimas cinco semanas acima de 100 colônias por 100 ml, ou a coleta mais recente acima de 400 por 100 ml, indicam imprópria.
Critérios e recomendações
As medições são feitas semanalmente, em pontos específicos, a cerca de 1 metro de profundidade. A CETESB reforça evitar banhos por 24 horas após chuvas fortes, mesmo em praias classificadas como próprias.
Canais, rios e córregos que deságuam nas praias devem ser evitados, pois podem trazer esgoto irregular. A Secretaria de Saúde alerta que águas contaminadas podem transmitir bactérias, vírus e protozoários, especialmente a crianças, idosos e pessoas com imunidade baixa.
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