- Em ayacucho, peru, pumas e outras felinas eram vistas como ameaça ao gado e eram caçados, segundo a matéria.
- Ida Isabel Auris Arango lidera conservação liderada por mulheres, usando armadilhas fotográficas e técnicas de tecelagem com a comunidade.
- O documentário acompanha a trajetória de Ida, do medo ao respeito pela fauna local.
- A história mostra como revival cultural, ciência e empoderamento se combinam para proteger espécies ameaçadas e reflorestar as montanhas.
- O objetivo é promover convivência entre as pessoas e a vida selvagem na região.
Ayla Ayacucho, Peru — Em altitudes da Cordilheira Peruana, o convívio com felinos selvagens deixou de ser apenas ameaça para virar pauta de conservação. Pumas, gatos da pampas e o gato andino passam a ser foco de projetos comunitários liderados por mulheres.
A protagonista é Ida Isabel Auris Arango, sertanista que inspira vizinhas a mudar a relação com a fauna local. Caminhadas por áreas de altitude, armadilhas fotográficas e técnicas de tecelagem tradicional integram-se para mapear espécies e fortalecer a proteção ambiental.
A iniciativa envolve a comunidade, unindo saberes tradicionais e ciência. Ao combinar monitoramento com artesanato, as mulheres promovem educação ambiental e oportunidades econômicas, buscando reduzir conflitos com o rebanho e ampliar reflorestamento.
O documentário acompanha a trajetória de Ida, mostrando como o medo foi substituído por respeito. A produção evidencia a importância de iniciativas lideradas por mulheres para a proteção de espécies ameaçadas e a recuperação de áreas degradadas na região.
Conservação liderada por mulheres
O projeto destaca o papel central das mulheres na gestão de recursos naturais. O uso de câmeras armadilhadas, a revitalização de práticas culturais e a participação comunitária aparecem como pilares para coexistência com a vida selvagem.
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