- Fotografias aéreas de Brunei, especialmente no distrito de Temburong, foram feitas com drone durante uma rápida viagem de campo no mês passado.
- Temburong é uma região de florestas com terreno de ondulações suaves, dominada por dipterocárpicas, com troncos encostados e epífitas que sustentam alta biodiversidade.
- Os rios definem a geografia local, atuando como vias de transporte e conexões ecológicas entre florestas, manguezais e áreas costeiras; não há orangotangos nem elefantes na região.
- O contraste regional fica na ausência de exploração madeireira industrial, plantações e grandes estradas, algo presente em Sabah e Sarawak; o parque nacional Ulu Temburong fica no coração do distrito.
- A experiência de voo foi simples e prazerosa, com foco na observação de rios, clarões de luz na névoa matinal e tons de verde ao amanhecer e ao entardecer.
Aéreas em Brunei destacam a complexidade ambiental de Borneo. O fotógrafo acompanhou a área de Temburong, no norte do território, para registrar padrões de rios, vegetação e clareiras. O objetivo foi observar sem interferir e manter a integridade dos locais.
Durante a visita, a umidade elevada e o calor da baixa altitude exigiram cuidado com o equipamento. A prática incluiu manter o drone em campo aberto, ajustar ângulos e esperar pela luz do amanhecer ou do entardecer para capturar nuances da floresta.
A expedição ocorreu no mês passado, no distrito de Temburong, uma região isolada que fica separada do restante de Brunei pela fronteira com a Malásia. A área se destaca pela mata primária de dipterocárquicas e pela diversidade que abriga.
Temburong abriga o Ulu Temburong National Park, remoto e acessível apenas por trilhas e deslocamento cuidadoso. O parque é ponto central para quem visita a região, oferecendo trajetos curtos de barco e caminhadas para observação da natureza.
Entre os aspectos notáveis estão rios que conectam florestas a manguezais e sistemas costeiros. A região, diferente de Sabah ou Sarawak, não registra grandes áreas de exploração por indústrias logging ou plantação. A prática é de preservação.
A abordagem do fotógrafo foi de observar o que está presente e deixar tudo como foi encontrado. O objetivo foi registrar a dinâmica dos rios, da névoa matinal e dos tons de verde, sem introduzir alterações no ambiente.
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