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Voluntários tentam conter possível surto de gripe aviária entre cisnes

Voluntários e público trabalham para conter suspeita de gripe aviária entre cisnes no Thames Valley, com casos em alta e risco de subnotificação

Mute swan standing on rivers edge near Saltford marina in Bristol
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  • Voluntários e o público trabalham para conter suspeita de surto de gripe aviária entre cisnes no Thames Valley, após aumento de casos confirmados.
  • Desde outubro, foram registrados 324 casos de gripe aviária em cisnes pela Animal and Plant Health Agency (Apha); 39 ocorreram nos primeiros quatro semanas de 2026.
  • A Swan Support, uma instituição de defesa dos animais, aponta 46 cisnes mortos no distrito de Windsor e Maidenhead desde 17 de janeiro, além de 26 em Newbury; dois mortos em Windsor na quinta e três em Hurley, na sexta.
  • O fundador da Swan Support relatou sinais clínicos como cisnes girando em círculos, sangrando pelos olhos e apatia, reforçando a suspeita de gripe aviária, ainda sem confirmação oficial.
  • A Swan Support e a Apha reiteram orientações: não tocar em aves mortas ou doentes visíveis; lavar as mãos após contato com aves silvestres; moradores devem reportar achados online ou via linha de apoio do Defra.

Voluntários e o público estão unindo esforços para conter um possível surto de gripe aviária entre cisnes no Thames Valley. Casos aumentam e dezenas de aves mortas foram encontradas, ampliando a preocupação sobre a extensão da doença.

Desde outubro, a Agência de Saúde Animal e Vegetal (Apha) registra 324 ocorrências de gripe aviária em cisnes, apoiada pelo Defra. Desses, 39 foram contabilizados nos quatro primeiros semanas de 2026.

Há indícios de que os números oficiais subestimem a dimensão real do problema. A ONG Swan Support afirma ter encontrado 46 cisnes mortos no distrito de Windsor e Maidenhead desde 17 de janeiro, além de mais 26 em Newbury. Na região de Berkshire, dois cisnes foram encontrados mortos em Windsor na quinta-feira e mais três em Hurley, na sexta-feira.

Wendy Hermon, diretora de operações da Swan Support, descreveu que os animais apresentavam sinais como andar em círculos, sangramento pelos olhos e letargia, levando a suspeita de gripe aviária. Parte dos corpos recuperados foi enviada ao Defra para testes, mas a confirmação ainda não chegou.

Desde 2021, a variante H5N1 tem devastado populações de aves no Reino Unido. O vírus é altamente contagioso e pode se espalhar por fezes, muco, sangue e saliva, com potencial de transmissão entre indivíduos.

A Swan Support reforça a importância da colaboração da comunidade para impedir a propagação. O grupo tem recolhido aves mortas e retirado animais de vias navegáveis para contenção. Sem essa atuação, o risco de disseminação para outras espécies aumentaria.

O público é orientado a não tocar em aves selvagens mortas ou visivelmente doentes e a higienizar as mãos após contato com aves ou penas. As pessoas podem reportar achados de aves silvestres mortas online ou acionando a linha de apoio do Defra pelo telefone.

O que está em jogo

Especialistas destacam que a resposta rápida de voluntários ajuda a reduzir a propagação. As autoridades acompanham os resultados dos testes para confirmar casos e orientar ações de manejo. A vigilância continua nas áreas afetadas, com novas avaliações previstas.

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