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Filha de Virgínia Fonseca restringe chocolate preto por doença neurológica

Filha de Virgínia Fonseca corta chocolate preto por enxaqueca crônica; médicos ressaltam impacto da alimentação como gatilho e cronificador, com dieta balanceada

Adeus, chocolate preto! Aos 4 anos, filha de Virgínia Fonseca tem restrição na dieta por conta de doença neurológica crônica; neurologista e nutróloga explicam diagnóstico
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  • Virgínia Fonseca mostrou que a filha Maria Alice, de 4 anos, parou de comer chocolate preto por dores de cabeça associadas à enxaqueca crônica.
  • O neurologista Tiago de Paula afirma que a enxaqueca é uma doença genética, mais comum em mulheres, e pode ser influenciada por hormônios como o estrogênio.
  • A alimentação pode impactar as crises: cafeína, chocolate e outros estimulantes podem atuar como cronificadores; a cafeína em excesso pode piorar a cefaleia.
  • A nutróloga Marcella Garcez explica gatilhos e cronificadores: vinho e alguns queijos podem desencadear crises; chocolate e cafeína tendem a manter crises frequentes.
  • Recomenda-se evitar fast-foods e manter dieta equilibrada; incluir castanha-do-pará, atum, canela, vegetais verde-escuros e grão-de-bico, além de buscar avaliação médica para tratamento individual.

A filha de Virgínia Fonseca, Maria Alice, reduziu o chocolate preto após sofrimento com dores de cabeça. A influencer mostrou a mudança como parte de sua luta contra enxaqueca crônica refratária, explicando que o chocolate branco passou a ser a opção.

A decisão foi tomada após Maria Alice apresentar crises associadas ao consumo do chocolate. Virgínia revelou que a filha também observa que a mamãe evita o chocolate preto por causa das dores, e que a menina demonstrou determinação em se cuidar.

Especialistas explicam o quadro

Segundo o neurologista Tiago de Paula, enxaqueca é uma doença com base genética que afeta mais mulheres. Hormônios como o estrogênio influenciam a sensibilidade e a prevalência dos sintomas.

A alimentação pode contribuir para a piora do quadro, especialmente itens que aceleram o cérebro. O médico destaca a hiperexcitabilidade cerebral como fator comum nas crises.

Gatilhos e cronificadores na alimentação

A nutróloga Marcella Garcez diferencia gatilhos de cronificadores. Alimentos gatilho podem disparar crises isoladas, enquanto cronificadores mantêm crises recorrentes com hábitos inadequados.

Entre exemplos, destacam-se vinho e alguns queijos como gatilhos potenciais. Chocolate e cafeína figuram como cronificadores, quando consumidos em excesso.

Orientação para cuidado nutricional

Evitar fast-foods, frituras e itens gordurosos é recomendado para quem busca reduzir crises. Um cardápio equilibrado pode amenizar os sintomas, sem excluir todo o grupo alimentar.

Dicas de alimentação saudável incluem castanha-do-pará, atum, canela, vegetais verde-escuros e grão-de-bico; fontes de selênio e magnésio podem ajudar a reduzir o estresse associado.

Encaminhamentos médicos

Especialistas ressaltam a importância de avaliação médica individualizada para cada caso. O tratamento adequado varia e pode incluir ajustes na dieta e manejo clínico.

Crianças com enxaqueca precisam manter atividades normais, como escola e brincadeiras, com suporte adequado. Pais costumam enfrentar dúvidas sobre o impacto da doença no dia a dia.

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