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Óleo não identificado surge nas praias da África do Sul

Óleo não identificado contamina praias do leste da África do Sul, com dezenas de trechos afetados, fechamento de praias e investigação sobre origem

African penguins at a beach in South Africa.
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  • Em 22 de janeiro, manchas de óleo endurecido foram observadas ao longo da costa sudeste da África, de George a durban, cerca de 1.200 quilômetros.
  • Diversas praias foram fechadas e redes de cidadão monitoram mais de 20 praias afetadas, com corpos de óleo crespos e barris sendo avistados.
  • A origem e a extensão do derramamento ainda não estão claras; podem ter ocorrido barris lançados ao mar ou vazamento de navio.
  • A Fundação Sul-Africana para a Conservação de Aves Marinhas pediu ao público para denunciar animais oleados ou barris encontrados; a área abriga uma colônia de pinguins- Africanos (Spheniscus demersus).
  • O Departamento de Florestas, Pesca e Meio Ambiente informou relatos de petróleo em praias e disse estar em contato com a Autoridade de Segurança Marítima para investigação, sem indicativo de naufrágio ou colisão até o momento.

A mancha de óleo apareceu na costa sudeste da África do Sul, gerando preocupação entre conservacionistas e comunidades litorâneas. Desde 22 de janeiro, vestígios de óleo, incluindo bolas de piche e tambores com combustível, têm chegado a praias entre George e Durban, em uma extensão de cerca de 1.200 quilômetros. Várias praias foram fechadas para o público.

Organizações não governamentais e autoridades ambientais acompanham o caso. A Wildlife and Environment Society of South Africa (WESSA) informou que redes ci­dadanas monitoram mais de 20 praias afetadas. A origem e a extensão da poluição ainda não estão claras.

Autoridades locais disseram que o Departamento de Florestas, Pesca e Meio Ambiente (DFFE) já recebeu relatos de derramamento. O DFFE está em contato com a Autoridade Marítima da África do Sul para apurar o ocorrido, mas não há indicativos de encalhe, naufrágio ou colisão de embarcação até o momento. Pesquisadores trabalham para esclarecer as causas.

Atualizações sobre a investigação

Em fevereiro, biólogos de Ezemvelo KZN Wildlife conduziram um sobrevoo aéreo para detectar possível derramamento maior, mas não houve sinais de óleo visto do ar. A pesquisa segue para entender por que os tar balls estão densos e persistentes nas praias.

Denison, da WESSA, aponta que as amostras descritas são pequenas e pegajosas, com características similares em diferentes estados. A área costeira abrigaria áreas importantes de espécies como pinguins-azuis, destacando a necessidade de monitoramento ambiental contínuo.

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