- O eclipse solar anular de 17 de fevereiro de 2026 terá o formato de “anel de fogo” e será visível na África e na América do Sul, com observação parcial também na Antártida.
- Em 2026 haverá dois eclipses solares (17 de fevereiro e 12 de agosto) e dois lunares (3 de março e entre 27 e 28 de agosto); exceto o de 12 de agosto, todos serão visíveis na América do Sul.
- Eclipses anulares são mais raros, ocorrendo quando a Lua está mais distante e não cobre totalmente o Sol, deixando um anel visível.
- O eclipse de 17 de fevereiro de 2026 ocorrerá sobre a Antártida; pode ser acompanhado por transmissões ao vivo por meio de plataformas como YouTube.
- Futros eclipses anulares ocorrirão em 6 de fevereiro de 2027, 26 de janeiro de 2028, 1 de junho de 2030 e 21 de maio de 2031.
O eclipse solar anular acontece em 17 de fevereiro de 2026. O fenômeno, conhecido como “anel de fogo”, será visível parcialmente na América do Sul e na África, e de forma restrita na Antártida. Em especial, o eclipse ocorrerá sobre a Antártida, com observação parcial nesses outros territórios.
Em 2026, haverá quatro eclipses: dois solares (17 de fevereiro e 12 de agosto) e dois lunares (3 de março e entre 27 e 28 de agosto). Exceto pelo dia 12 de agosto, todos devem ser observáveis a partir da América do Sul.
O eclipse solar anular é o tipo mais raro de eclipse solar. A Lua estará em um ponto distante de sua órbita, parecendo menor que o Sol e não cobrindo totalmente sua face. Assim, permanece um anel brilhante ao redor da Lua.
Para entender, existem três tipos de eclipse solar: total, parcial e anular. No total, a Lua cobre o Sol por completo. No parcial, apenas parte fica encoberta. No anular, sobra o anel de luz do Sol ao redor da Lua.
Onde observar e quando
O eclipse do dia 17/2 ocorrerá sobre a Antártida. Em parte, poderá ser visto de forma parcial na África e na América do Sul. Lives pela internet devem ampliar a visualização para quem não estiver na área de sombra.
Outros eclipses desse tipo estão previstos para 6/2/2027, 26/1/2028, 1/6/2030 e 21/5/2031. Acontecimentos futuros enfatizam a continuidade de fenômenos celestes relevantes nas próximas décadas.
Observação segura é fundamental: usar proteção adequada para visuais de Sol e acompanhar fontes oficiais de previsão. A névoa, a iluminação e as condições locais podem alterar a visibilidade.
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