- A Nasa disse que o lançamento da missão Artemis II, programado para início de março, deve ser adiado por problemas no fluxo de hélio durante checagens de segurança.
- A viagem envolve quatro astronautas — Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hanse — em um voo de 10 dias até a face oculta da Lua e de volta.
- O lançamento ocorreria no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, com a janela de março ainda sendo alvo de ajustes.
- A interrupção no fluxo de hélio, usado para pressurizar tanques e resfriar sistemas, é tratada como uma questão técnica séria pela Nasa.
- A agência informou que, se o atraso ocorrer, o cronograma para chegar à Lua até 2028 ainda é possível, com Artemis III seguindo como próxima etapa.
NASA adia lançamento da missão Artemis II, a primeira viagem tripulada à órbita da Lua em 50 anos, previsto para começo de março. O atraso ocorre devido a um problema no fluxo de hélio durante checagens de segurança, o que pode impactar a janela de lançamento.
Na última quinta-feira, o teste envolveu o carregamento de combustível com cerca de 730 mil galões ao longo de 50 horas e, inicialmente, não foram encontradas falhas. No entanto, no início de sexta-feira, engenheiros identificaram interrupção no fluxo de hélio utilizado para pressurizar tanques e resfriar sistemas do foguete.
Impactos e próximos passos
O coldre do foguete Artemis II, que será levado ao Centro Espacial Kennedy, em Florida, depende da circulação de hélio para operabilidade. A NASA informou que a interrupção quase certamente atrasará a janela de março.
Quatro astronautas irão à Lua em uma viagem de 10 dias: Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e o canadense Jeremy Hanse. A missão visa estudar a face escondida do satélite e abrir caminho para Artemis III, que marcaria o retorno humano à superfície lunar pela primeira vez desde 1972.
A agência observa que, se bem-sucedida, Artemis II prepara o terreno para futuras missões e, no horizonte, a meta de pouso humano ainda dependente de verificação de cronograma. A NASA indicou que o marco de 2028 para pouso está sujeito a ajustes conforme o andamento das avaliações técnicas.
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