- Estudo inédito da USP ouviu mais de duas mil psicólogos brasileiros e aponta que 91% acreditam em Deus.
- A maioria afirma que a fé não interfere na atuação profissional, embora reconheça que crenças podem influenciar decisões e abordagens terapêuticas.
- Cerca de 70% dos que acreditam em Deus consideram importante manter postura ética e imparcial, independentemente das convicções religiosas.
- Os pesquisadores destacam que a relação entre fé e psicologia é complexa, envolvendo aspectos pessoais, éticos e profissionais.
- O estudo, realizado em meio ao debate sobre espiritualidade e saúde mental no Brasil, visa promover prática mais consciente e respeitosa às diversas crenças; os resultados estão disponíveis na página da USP.
Um estudo inédito do Instituto de Psicologia da USP aponta que 91% dos psicólogos brasileiros acreditam em Deus. A pesquisa, com mais de 2 mil participantes, busca entender como crenças pessoais dialogam com ética e técnica na clínica.
Segundo os autores, a maioria afirma que a fé não interfere na atuação, mas reconhece que crenças podem influenciar decisões terapêuticas. Cerca de 70% dos que acreditam em Deus valorizam manter postura ética e imparcial.
A relação entre fé e psicologia é descrita como complexa, envolvendo aspectos pessoais, éticos e profissionais. Os pesquisadores defendem que entender esse dinamismo ajuda a promover prática mais consciente e respeitosa às diversidades de crenças.
Esse tema chega em um momento de debate sobre espiritualidade e saúde mental no Brasil. Os resultados indicam que a fé não é vista como conflito com a atuação profissional, mas reforçam a necessidade de ética na clínica.
Os autores destacam que os dados ajudam a compreender as relações entre religião, fé e saúde mental no país. O estudo completo está disponível na página oficial da USP.
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