- O jogo de cartas Super Frutas, inspirado no Super Trunfo, foi criado pelo biólogo Rafael Barty Dextro, da Esalq-USP, e lançado no fim do ano anterior.
- A iniciativa integra o Projeto Agrobiofor, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, e busca valorizar frutas tropicais da Amazônia e seu potencial econômico, ambiental e nutricional.
- O objetivo do jogo é comparar parâmetros como energia, proteínas, carboidratos e produção nacional, com o açaí como a “Super Fruta” que vence automaticamente o grupo identificado com a letra A.
- O experimento piloto ocorreu em Tomé-Açu, no Pará, na Escola Estadual de Ensino Médio Antonio Brasil, com cerca de 80 alunos entre 14 e 17 anos, durante ações do projeto Cena na Escola.
- A ideia é ampliar a aplicação do jogo nas escolas parceiras do Cena e do projeto Cena na Escola, reforçando conhecimentos sobre agroflorestas, solo, frutas amazônicas e biocombustão educativa.
O jogo Super Frutas, inspirado no Super Trunfo, foi desenvolvido no Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP em Piracicaba. A iniciativa utiliza cartas para apresentar frutas da Amazônia, com foco em dados nutricionais, econômicos e ambientais.
O projeto, ligado ao Projeto Agrobiofor, envolve o biólogo Rafael Dextro, da Esalq-USP, e a professora Tsai Siu Mui. O objetivo é aproximar estudantes da temática agroflorestal por meio de uma dinâmica lúdica e educativa.
O lançamento ocorreu no final do ano passado, com financiamento da Fapesp. O baralho compara energia, proteínas, carboidratos e produção em reais, com o açaí como a “Super Fruta” capaz de vencer vários palcos.
Rafael Dextro explica que o jogo utiliza parâmetros de cartas similares aos jogos Top Trump e Super Trunfo. A vitória depende da estratégia ao usar os dados de cada fruta.
A ideia de acrescentar uma seção de curiosidades surgiu para ampliar o valor didático. Exemplo de curiosidade sobre o Camapu destaca a presença de um composto que pode estimular a atividade cerebral.
O experimento piloto ocorreu em Tomé-Açu, no Pará, durante ação de extensão do Cena na Escola. A aplicação envolveu cerca de 80 estudantes entre 14 e 17 anos, com apresentações sobre agrofloresta e frutos amazônicos.
A atividade ocorreu na Escola Estadual Antonio Brasil, com participação de EJA e Educação Especial. A resposta dos alunos foi positiva, com maior engajamento durante as dinâmicas.
A iniciativa deverá avançar com o projeto Cena na Escola e o programa de gamificação do Cena. O baralho deve ser disponibilizado para escolas participantes, ampliando o alcance da proposta educativa.
Entre na conversa da comunidade