- Ceará confirmou o terceiro caso de Mpox em 2026.
- A transmissão ocorre principalmente por contato com secreções e lesões do portador, não sendo considerada uma infecção sexualmente transmissível.
- O período de incubação costuma ser de 13 a 14 dias; os primeiros sintomas lembram gripe e, depois, aparecem lesões que evoluem para pústulas com cascas; a recuperação leva de três a quatro semanas.
- Grupos mais vulneráveis são crianças com menos de seis anos e pessoas imunossuprimidas; há vacina disponível para profilaxia pré-exposição ao HIV.
- A prevenção envolve evitar contato com pacientes e realizar diagnóstico precoce.
O Ceará confirmou o terceiro caso de Mpox em 2026. O diagnóstico recente se soma a uma tendência de alta observada em todo o Brasil após o Carnaval. Especialistas ressaltam que a transmissão ocorre principalmente por contato com secreções e lesões de portadores, não sendo uma infecção sexualmente transmissível, apesar de a atividade sexual ser o principal meio de contágio recente.
Segundo a infectologista Mirian Dal Ben, do hospital Sírio-Libanês, no Brasil houve um aumento expressivo de casos em 2025, com mais de mil confirmações. Em 2026, já foram identificados mais de cem diagnósticos, especialmente após as festas. O período de incubação costuma ficar entre 13 e 14 dias, e os primeiros sintomas lembram uma gripe.
A evolução da doença começa com mal-estar e febre, seguido por surgimento de lesões que se iniciam como bolinhas vermelhas e, com o tempo, podem apresentar pus. As lesões evoluem para cascas e podem se disseminar pelo corpo. A recuperação costuma levar três a quatro semanas para a pele voltar ao normal.
Medidas de prevenção e vacinação
A prevenção prioriza evitar contato próximo com pessoas infectadas e realizar diagnóstico precoce. Grupos mais vulneráveis incluem crianças com menos de seis anos e pessoas com sistema imune comprometido. A vacinação está disponível no Brasil para indivíduos que recebem profilaxia pré-exposição ao HIV.
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