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MG registra 2 novos casos de mpox e total chega a 17

Minas Gerais registra dois novos casos de mpox, total chega a 17; Manhuaçu tem o primeiro, e Belo Horizonte concentra a maioria das ocorrências

Lesões na pele são um dos sintomas característicos da Mpox
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  • Minas Gerais confirmou dois novos casos de mpox, um em Belo Horizonte e outro em Manhuaçu, na quarta-feira, 25 de março de 2026; o total de casos chegou a 17.
  • Todos os 17 infectados são homens, com idades entre 25 e 56 anos; Belo Horizonte tem 11 casos, Contagem tem 3, e Ribeirão das Neves e Formiga têm 1 cada; Manhuaçu registrou o primeiro caso.
  • A mpox é transmitida principalmente por contato direto com lesões, além de gotículas respiratórias, fluidos corporais e objetos contaminados.
  • Não há tratamento específico; pacientes recebem suporte clínico e, na maioria, a evolução é leve ou moderada.
  • A vacinação está disponível para grupos prioritários, especialmente pessoas com HIV/aids e imunossupressão, com foco em quem tem menor contagem de linfócitos T CD4.

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou dois novos casos de mpox, um em Belo Horizonte e outro em Manhuaçu, nesta quarta-feira (25.mar.2026). O total de casos no estado subiu de 15 para 17.

Todos os pacientes são homens, com idades entre 25 e 56 anos. Belo Horizonte concentra 11 ocorrências, Contagem tem 3, e Ribeirão das Neves, Formiga e Manhuaçu registram um caso cada. Manhuaçu marcou o primeiro diagnóstico no município.

Transmissão e sintomas

A mpox é causada pelo vírus monkeypox e se transmite pelo contato direto com lesões, além de gotículas respiratórias em conversas próximas. Contato com objetos contaminados, como roupas de cama, também pode facilitar a transmissão.

Os primeiros sinais surgem entre 3 e 21 dias após a exposição e incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, gânglios inchados, calafrios e cansaço. Em poucos dias aparecem lesões na pele, que evoluem de manchas a bolhas e, depois, crostas.

Atendimento e orientações

Ao aparecer qualquer sintoma, especialmente lesões na pele, deve-se buscar atendimento médico para diagnóstico e tratamento adequado. Não há tratamento específico para mpox; o manejo é de suporte para aliviar sintomas.

A vacinação está disponível para grupos prioritários. A estratégia prioriza pessoas com maior risco de evolução para formas graves, como indivíduos com HIV/aids e imunossupressão, principalmente com CD4 abaixo de 200 células nos últimos seis meses.

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