- Ossada foi encontrada sob o piso da Igreja de São Pedro e São Paulo, em Maastricht, durante reparos realizados por operários.
- A hipótese de pertencer ao mosqueteiro Charles de Batz de Castelmore d’Artagnan depende de análises de DNA; a igreja já havia sido apontada como possível local de sepultamento.
- Além dos ossos, foram localizados objetos como uma moeda francesa e estruturas dentárias preservadas, que passarão por exames.
- A mandíbula encontrada no local será submetida à extração de material genético para comparação com DNA de possíveis descendentes.
- Os resultados dos exames não têm prazo definido; se confirmada a identidade, a descoberta representaria um marco histórico.
O esqueleto encontrado pode pertencer ao mosqueteiro Charles de Batz de Castelmore d’Artagnan. O achado ocorreu sob o piso da Igreja de São Pedro e São Paulo, em Maastricht, após operários identificarem uma cavidade durante reparos. A descoberta foi comunicada às autoridades locais e a equipes de arqueologia.
Ao remover parte da estrutura, foram achados ossos humanos e objetos que podem ajudar na identificação. Pesquisas iniciais indicam que o local pode guardar vestígios relevantes para confirmar a relação com o militar francês.
A hipótese de ser d’Artagnan ganhou força pela história que associa a igreja ao sepultamento do personagem, morto na região no século XVII. Investigações ampliadas passam a avaliar a autenticidade da identificação por meio de materiais genéticos.
Análises em andamento
Equipes dos Países Baixos e de outros países conduzem o processo de análise para confirmar a identidade. Entre os focos está a extração de DNA a partir de uma mandíbula encontrada no local, para comparação com o DNA de possíveis descendentes do militar.
Além dos ossos, a curadoria coletou itens como uma moeda francesa e estruturas dentárias preservadas, que passam por exames complementares. O diácono Jos Valke afirmou que a descoberta ocorreu de forma acidental durante obras no piso.
A investigação continua sem prazo definido para divulgação dos resultados. Especialistas ressaltam a necessidade de confirmar com rigor científico antes de qualquer comunicação oficial.
Fonte: Reuters
Entre na conversa da comunidade