- O sistema RIVB, desenvolvido pela Motiva, cria barreiras virtuais para avisar condutores sobre objetos ou movimentos inesperados na pista.
- O RIVB funciona com base no GPS da aeronave e emite alerta sonoro e visual para evitar incursões na pista.
- O projeto começou em dois mil e vinte e dois no Aeroporto de São Luís e, desde dois mil e vinte e cinco, está em operação em Bacacheri, Joinville, Navegantes e Curitiba.
- A tecnologia poderia ter evitado o acidente ocorrido no aeroporto LaGuardia, em Nova York, no último domingo, que resultou na morte do piloto e do copiloto e deixou feridas.
- Segundo a Movida, a solução será implementada futuramente em viaturas dos dezoito aeroportos administrados pela empresa.
O sistema RIVB, desenvolvido pela empresa brasileira Motiva, atua em aeroportos do Brasil para aumentar a segurança nas manobras de pouso e decolagem. Ele cria barreiras virtuais que ajudam a evitar incursões na pista, como obstáculos não autorizados no terreno.
O RIVB funciona de maneira autônoma, com baixo custo de implementação e operação baseada principalmente no GPS da aeronave. Ao detectar movimentos ou objetos estranhos na pista, gera alertas sonoros e visuais para avisar o piloto e prevenir acidentes.
O projeto teve início em 2022, no Aeroporto de São Luís, no Maranhão. Desde 2025, o sistema opera em Bacacheri (PR), Joinville (SC), Navegantes (SC) e Curitiba (PR). A Motiva planeja ampliar para os 16 aeroportos sob gestão da empresa.
Parada em Nova York
Um incidente registrado em Nova York, no aeroporto de LaGuardia, é citado como exemplo de cenário em que o RIVB poderia ter evitado danos. Em despacho não oficial, autoridades indicaram que houve morte de piloto e copiloto, com 13 feridos, em colisão envolvendo aeronave e veículo na pista.
Segundo a Motiva, a tecnologia brasileira busca reduzir riscos em pistas ocupadas por operações complexas. O RIVB avisa condutores e controladores com sinais no momento adequado para tomada de decisão.
A empresa mantém o objetivo de ampliar a aplicação do sistema para as demais instalações sob sua gestão, visando uniformizar o nível de segurança nas operações de pista. A implementação depende de adequações técnicas e logísticas em cada unidade.
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